Taxação é resposta às medidas aplicadas pelo presidente americano Donald Trump. China também fez nova queixa contra os EUA à OMC.
Taxa de 125% anunciada nesta quarta-feira vai se somar a 20% que já eram aplicados
Agora, expectativa é para a resposta chinesa à mais nova elevação de tarifas pelos EUA, anunciada enquanto era madrugada no país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta quarta-feira (9) que irá aumentar para 125% a tarifa sobre produtos chineses
Na terça-feira (8), a moeda norte-americana teve alta de 1,47%, cotada a R$ 5,9973. Já o principal índice da bolsa brasileira recuou 1,32%, aos 123.932 pontos.
Taxa representa um aumento de 50% sobre a tarifa que já havia sido anunciada, acompanhando os percentuais impostos pelo governo de Donald Trump.
Um dos gatilhos da nova rodada de pessimismo veio da China, que na sexta-feira (4) anunciou uma tarifa retaliatória de 34% sobre produtos importados dos EUA
A declaração foi dada no mesmo dia em que a moeda americana fechou com alta de 1,29%, cotada a R$ 5,91, o maior patamar desde janeiro de 2022.
O professor Lucas Ferraz, no entanto, pontuou que, para o Brasil, as tarifas impostas por Donald Trump não impactam tão drasticamente como em outros países.
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Na última sexta-feira, a moeda norte-americana avançou 3,68%, na maior alta diária desde novembro de 2022, e fechou a R$ 5,8355
A disparada veio na esteira do anúncio do governo chinês de que vai retaliar as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump
Na quinta-feira, a moeda norte-americana recuou 1,23% e atingiu o seu menor valor no ano: R$ 5,62.
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