A sabatina está agendada para ocorrer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado em 13 de dezembro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, neste sábado (2).
Se aprovado no Senado, o ministro da Justiça será relator de ações sobre Bolsonaro e pandemia, indulto natalino e descriminalização do aborto
A antecipação se dá pelo desafio imposto numa disputa federal, tendo em vista que são somente dez vagas, os votos necessários chegam a beirar a marca de 100 mil.
O projeto, já aprovado pelo Senado, limita as decisões individuais dos ministros do Suprema Corte
Uma emenda foi introduzida durante a votação, isentando o ex-ministro do presidente Lula de qualquer envolvimento.
Para serem empossados, os indicados precisam conquistar o voto favorável de, no mínimo, 41 dos 81 senadores
O novo nome será testado em pesquisa de intenção de voto, junto a Lula e a Tarcísio de Freitas
Os aliados do ministro da Justiça estão se mobilizando para conquistar apoio e já possuem argumentos para convencer os senadores mais hesitantes
Filiada ao mesmo partido que o ministro, a nova senadora deve seguir o legado de Dino e se unir à base governista
Até o momento, o ministro já garantiu o voto favorável de 10 membros da Comissão de Constituição e Justiça
Dr. Marcus Vinícius Kalume é pré-candidato a prefeito de Floriano pelo Partido dos Trabalhadores
Leonardo Eulálio quer o partido na base aliada do prefeito Doutor Pessoa, tese que é rejeitada pelos membros alinhados com o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
O relator Weverton Rocha acredito que Flávio Dino pode receber entre 58 a 62 votos.
Dino esteve com o senador Weverton Rocha (PDT-MA), que será relator de sua indicação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Senador Davi Alcolumbre marcou sabatina de Flávio Dino para o dia 13 de dezembro
Nomes de Flávio Dino e Paulo Gonet foram indicados pelo presidente nesta segunda-feira
Para tomar posse no STF, ministro da Justiça ainda terá de ser sabatinado por senadores e ter o nome aprovado pelo Senado.
A cúpula do PL não deseja arriscar desagradar os senadores com penalidades
No encontro, o presidente indicou indiretamente que o ministro Flávio Dino pode ser escolhido para o STF
Zanin concordou com os argumentos. Para o ministro, o caso deve voltar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para novo julgamento
A proposta, propugnada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi aprovada por 52 votos a favor e 18 contra em dois turnos
Críticas foram expressas pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes
Em algumas capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo e Belém, o partido optou por não lançar candidaturas próprias.
O deputado federal Lindberg Farias foi um dos críticos da posição do líder do governo