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Uma operação conjunta das polícias Civil e Militar do RJ no Complexo da Maré, desde as primeiras horas desta segunda-feira (26), teve intensos confrontos.
Um desses episódios sangrentos ocorreu em 15 de Julho de 1983, um dia após as celebrações da Bastilha, quando um atentado a bomba no balcão de check-in da empresa turca Turkish Airlines.
Kênia Cristina Antunes Honório, 29, disse que o tio trabalhava como segurança freelancer e faltou ao aniversário do neto para trabalhar.
Troca de tiros aconteceu após tentativa de roubo a joalheria no shopping na Zona Oeste, por volta das 18h da noite de sábado (25).
A Polícia Civil informou que foi ao bairro após receber uma denúncia de extorsão e teria sido recebida a tiros por criminosos
Durante entrevista coletiva, a governadora de Nova York, a democrata Kathy Hochul, afirmou que o incidente não está sendo investigado como um ato terrorista
No atentado, 17 pessoas foram mortas e 15 foram hospitalizadas devido aos ferimentos, tornando o atentado como o massacre mais mortal em escolas
Força-tarefa da PM e das polícias Federal e Rodoviária Federal foi à favela para cumprir mandados de prisão contra quadrilha de roubo de cargas.
A vítima estava em via pública quando homens em um veículo o abordaram e dispararam vários tiros contra Francisco.
Imagens mostram rapazes sendo obrigados a deitar no chão e, em seguida, sendo baleados.
Quinze das 25 vítimas foram identificadas, cujas identidades foram divulgadas pela Comissão da OAB. Todos eram homens, e dez deles tinham entre 18 e 30 anos.
André Frias, de 48 anos, foi atingido na cabeça por um disparo de fuzil pouco depois do início da operação. Segundo a polícia, o tiro partiu do alto de um terraço atrás de um muro de concreto.
Segundo a polícia, número de mortos conta com o atirador, que tirou a própria vida.
Os mandados de prisão contra eles já foram expedidos pela Justiça Militar
Gabriel tinha 20 anos e foi baleado durante tiroteio entre PMs e criminosos em baile funk no domingo, em Nova Iguaçu. Polícia investiga as circunstâncias da morte.
Dor e comoção marcam o velório da criança morta com tiro na cabeça em Teresina.
Músicos foram interrompidos por barulho de tiros e policiais civis entrando no imóvel. 'Estamos bem. Não tem problema nenhum com quem tava aqui dentro da live', diz vocalista.
Mensagens trocadas pelos policiais militares em um grupo criado no aplicativo WhatsApp indicam também que os PMs extorquiam dinheiro de traficantes de drogas ligados à facção criminosa PCC.
Segundo a decisão, morte aconteceu por 'erro no uso dos meios de execução' de Rodrigo José de Matos Soares. Justiça determinou que policial não saia do estado e devolva a arma.
Empresários serão velados e enterrados com o comediante. Velório começa às 8h em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.