A mulher acusada confirmou que colocou veneno de rato no iogurte que ofereceu aos irmãos.
À polícia, a estudante detalhou toda a ação e informou que não conhecia o responsável pelo veículo.
Ela responderá pelos crimes de receptação de veículo automotor e uso de documento falso.
Entre os procedimentos realizados, 102 pessoas foram detidas acusadas de conduzirem veículos sob efeito de álcool ou drogas
Durante uma operação contra o grupo, deflagrada em 8 de junho, ela era a única integrante que ainda não havia sido detida.
Apurações apontam que após os crimes, a mulher teria fugido para o estado potiguar para se esconder das autoridades cearenses.
A jovem estava saindo da escola quando foi atacada e, para se proteger, correu e buscou abrigo em uma academia.
A Prefeitura de Sorocaba informou que a corregedoria municipal instaurou uma sindicância para investigar a denúncia envolvendo o CEI 7.
A mulher de 58 anos que foi resgatada, afirmou que só queria ver os filhos de novo.
A mulher confessou o crime, e segundo ela, colocou chumbinho na comida do marido para matá-lo.
Segundo o registro, a suspeita inicialmente ignorou as instruções dadas pelos policiais e posteriormente começou a proferir insultos e afirmou "ter parentes policiais".
Após o cumprimento da prisão, a detida foi conduzida à Central de Flagrantes de Parnaíba para a adoção dos procedimentos legais.
Lívia estava lá pela primeira vez naquele dia e participava de um treinamento quando foi detida por engano.
O material ilícito teria como destino a cidade de Parnaíba e seria entregue a membros de facções criminosas que atuam no litoral do Piauí
Segundo a denúncia, no local havia uma cachorra, cujos donos tentaram matar enforcando-a, e que estava com uma ferida exposta no pescoço.
Ela informou à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) que prefere não iniciar visitas íntimas sem estar casada.
A denuncia foi feita por uma servidora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro, após a criança ser levada pelo pai e pela madrasta para receber atendimento devido a sinais de envenenamento.
Após uma investigação interna, o clube encaminhou as vítimas para a delegacia, onde um boletim de ocorrência foi registrado.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para recolher o corpo da vítima.
Ela foi julgada nesta quinta-feira (8) no país asiático e recebeu pena de 11 anos de prisão e mais o pagamento de R$ 1 bilhão de rúpias indonésias, o equivalente a cerca de R$ 300 mil.
As duas mulheres, que não tiveram seus nomes revelados, foram detidas, mas pagaram a fiança e foram liberadas. Elas vão responder em liberdade.
De acordo com a Polícia Federal, o flagrante ocorreu com a ajuda de cães farejadores da corporação, que identificaram a presença de produto ilícito.
As duas irmãs foram presas no último domingo, no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) tentando embarcar para Paris com cocaína no estômago
De acordo com o Supremo Tribunal Federal, englobou como crime de racismo as discriminações praticadas em razão da orientação sexual ou à identidade de gênero.
A prisão ocorreu após denúncias, ela tinha o mesmo nome e sobrenome de uma médica verdadeira, e utilizava o CRM da profissional para solicitar exames e receitar medicamentos.