Há seis dias, mais de 200 policiais buscam por suspeito de matar família de Ceilândia. Áudio de parente mostra que casal e adolescente viveram momentos de pânico enquanto eram feitos reféns e que chegaram a ser cobertos com folhas pelo suspeito. Durante resgate, houve troca de tiros e um PM ficou ferido.
De acordo com testemunha, ele abusava das jovens até mesmo na sala de aula, apalpando as partes íntimas.
Para a polícia, o menino morreu por conta de agressões do padrasto, o vereador Dr. Jairinho, e pela omissão da mãe, Monique Medeiros.
Conversas entre a babá e o pai relatam briga do casal dias antes da morte do menino Henry
Segundo o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP, a polícia encontrou esse relato no celular da babá de Henry, Thayná Ferreira
A mãe do Henry, Monique Medeiros e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, foram indiciados pela 16ª DP (Barra da Tijuca) por homicídio duplamente qualificado
A mãe de Henry Borel escreveu na publicação que as relações sexuais com Dr.Jairinho pareciam “um ritual”
Em nova carta, Monique conta o que teria acontecido nos dias que se seguiram à morte de Henry.
Suspeito pelo assassinato do menino Henry Borel, teve sua prisão preventiva pedida. Ele é investigado ainda em outro inquérito em que teria agredido um menino.
Depois de uma semana em que o país ficou aterrorizado com o caso Henry, especialistas chamam a atenção de como perceber sinais de violência em crianças
Viúvo de Carol Bittencourt, morta em 2019, espera filho com a atual mulher Sharon
O casal foi preso e indiciado por homicídio duplamente qualificado.
"Deu uma banda e chutou ele", disse em uma das mensagens encaminhada à mãe do menino
A Polícia Militar conseguiu resgatar a criança após 3 horas de negociações.
Na terça-feira (29), o acusado, de 67 anos, foi preso por agentes da Polícia Civil.
Procurado pela polícia, ele já esteve em 4 cidades paulistas: Sorocaba, Águas de São Pedro, outra cidade não informada e Campinas.
Juíza determinou apreensão a pedido do MP, que entendeu que amiga de Isabele Ramos, de 14 anos, teve intenção de matá-la.
Após 12 perícias e 25 depoimentos, a polícia concluiu o inquérito sobre a morte da adolescente em Cuiabá.
Isabele Guimarães Rosa, de 14 anos, morreu ao ser atingida por tiro na cabeça, em julho.
Documentário relata história real de violência da polícia. Filme participa do San Francisco Black Film Festival e tem estreia prevista para o segundo semestre
Ex-presidente do Flamengo, indiciado no inquérito sobre o caso, falou da tragédia ao jornalista Jorge Nicola
A filha de Tomé morreu no dia 11 de dezembro, por complicações na gestação.