PM suspeito de ter dado o tiro renovou licença médica e não depôs
Adriano foi socorrido e levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante a madrugada. No local da execução é possível observar marcas de sangue e dos tiros que o atingiram.
O delegado Jucélio de Paula Silva, que assumiu o caso, encerrou e encaminhou o inquérito à Justiça na quinta-feira (9).
Os funcionários do IML foram resgatar o corpo que ainda não tem identificação.
Policial militar estava próximo ao local onde a criança foi atingida. Logo depois de depoimento, ele teve um surto e foi internado
Na sexta-feira (3), a polícia já havia divulgado o afastamento dos PMs do policiamento nas ruas. Eles tiveram suas armas recolhidas para a realização de exame balístico e respondem a um Inquérito.
Muito
Eduardo
'Eu vou sair daqui', afirma mãe, que pretende enterrar o filho no Piauí
Músico foi atingido pelas costas; nenhum suspeito do crime foi detido até o momento
Ele declarou que até as 08h30 da manha deste sábado (21) o corpo ainda não tinha sido liberado do IML para velório e sepultamento.
Segundo informações o autor dos disparos foi um menor de idade acompanhado por outras duas pessoas. O menor foi apreendido, porém já está em liberdade.
Dentre os baleados estão um pai e um filho.
Para ele, o disparo foi efetuado por pura maldade.
De acordo com Antonio Francisco de Andrade, pai do adolescente, o crime aconteceu nas proximidades de um bar na Localidade Malhada das Pedras, zona rural de Altos.
O filho da vítima, Alexandre da Silva é um deles.
De acordo com informações da família, os dois decidiram se deslocar até a comunidade para tentar recuperar a motocicleta.
O jovem apresentava uma perfuração de tiro na testa, mas é possível que ele tenha sido alvejado com outro disparo
O acusado contou que o crime contra a esposa foi um “momento de fraqueza”, ocorrido após ter descoberto uma suposta traição por parte da vítima
A maioria foram investigados e identificados os autores, porém assassinos ainda estão foragidos.
Segundo depois que Morais Brito sai do local, o pai de Mateus, Genilson Portela entra no estabelecimento em total desespero ao ver o filho desacordado.
James Guerra disse que o crime foi premeditado por que Edilson Brito foi armado para a reunião e levou muita munição
Um outro empresário que tinha comércio de artesanato na mesma esquina, ajudava a empresa de Mateus a crescer vendendo passagens ao Delta para o estabelecimento.
Fuga
Fábio era frequentador diário do local onde comemorava um aniversário e lá foi encontrado um projétil e estojo de pistola ponto 40.