Os governos do Brasil e da Venezuela firmaram um acordo para que os diplomatas brasileiros fiquem responsáveis por operar as embaixadas do Peru e da Argentina em Caracas.
Em comunicado assinado por González e por María Corina Machado, divulgado nesta segunda-feira (05), os líderes afirmaram que a oposição venceu a eleição na Venezuela
Ligação entre Lula e Maduro está prevista, além da possibilidade de viagem de chanceleres para negociações em Caracas.
O presidente Nicolás, foi proclamado vencedor das eleições de 28 de julho com 51% dos votos pelo Conselho Eleitoral da Venezuela
Os países afetados são Argentina, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai.
Campanha de Edmundo González, principal adversário do chavista, diz ter obtido 70%. EUA, Chile e Peru contestaram dados oficiais.
Nos últimos cinco anos, o Brasil registrou mais de 200 mil solicitações de reconhecimento de condição de refugiado e deferiu pouco mais da metade dos pedidos
O presidente venezuelano não especificou quem seriam os responsáveis por esse cenário, mas mencionou “fascistas” em seu discurso
Corina foi indicada por María Corina Machado, líder opositora proeminente, para concorrer às eleições de 28 de julho.
O presidente disse que "pintou um clima" ao interagir com as garotas e insinuou que elas estariam se prostituindo.
Fronteira estava fechada por ordem do regime de Nicolás Maduro desde 21 de fevereiro.
Partido divulgou nota condenando investida sobre Caracas; o senador Humberto Costa também assinou a nota que diz não aceitar 'atitudes antidemocráticas'
Tribunal Supremo publicou que López violou as condições da detenção em casa e deu uma ordem para que ele seja preso
Relatório da Human Rights Watch aponta piora em indicadores de mortalidade infantil e doenças evitáveis por vacinas. ONG norte-americana também alerta para impactos em Roraima.
A declaração foi dada à imprensa durante reunião entre os dois presidentes nos Estados Unidos
'Não assumimos este compromisso para lutar de fora', disse Juan Guaidó
Três sargentos venezuelanos cruzaram a fronteira com o Brasil. Eles esperam se reunir com o autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó.
Itamaraty afirma em nota que 'atos de violência perpetrados pelo regime ilegítimo do ditador Nicolás Maduro' são um 'brutal atentado aos direitos humanos': 'nenhuma nação pode calar-se'.
Maduro na quinta-feira ordenou o fechamento da fronteira com o Brasil.
Clima é de guerra na fronteira do país com o Estado de Roraima
Redes sociais da Venezuela ficaram repletas de teorias
Governo de Nicolás Maduro não reconhece o parlamento liderado por Guaidó
Presidente da Argentina deu a declaração nesta quarta-feira (16) ao lado de Jair Bolsonaro. Líder argentino afirmou que Assembleia Nacional é única instituição 'legítima' da Venezuela.
Após 75 anos, último jornal independente deixa de circular no país
Monumento é uma homenagem a Hugo Chávez