O ministro da Educação disse que, por ele, "botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF".
A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo Tribunal Federal
As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina
A operação da Polícia Federal (PF) foi deflagrada na manhã desta terça-feira (26)
O caso está sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que ainda é responsável por um outro inquérito, que se debruça sobre ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes do STF e seus familiares
José Vilar Godoy Horta foi um dos primeiros nomeados pela secretária nacional de Cultura.
A deputada federal enviou uma mensagem em 23 de abril ao então ministro da Justiça
O vídeo desse encontro é uma das evidências do inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF)
Sete dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram pela suspensão das normas
Presidente apontou troca de mensagens do dia 22 a fim de contestar versão de ex-ministro sobre troca no comando da PF. Mas teor é semelhante ao do diálogo do dia 23, revelado por Moro.
As medidas serão analisadas pelo ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello.
Nomeação ocorre após o ministro do STF Alexandre de Moraes barrar a indicação, pelo presidente, de Alexandre Ramagem, amigo dos filhos de Bolsonaro, para chefia da PF.
André Mendonça tomou posse na vaga aberta por Sergio Moro, que deixou o governo acusando o presidente Jair Bolsonaro de interferir politicamente na PF.
O texto atende a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes
Mendonça era titular da AGU. Ramagem é próximo aos Bolsonaro: ele foi segurança do então candidato na campanha eleitoral.