Foi informado após o acidente que os familiares a levaram para a Unidade de Pronto Atendimento de Oeiras, porém a adolescente chegou ao hospital sem vida.
No momento em que adentrou a instituição, ele disparou contra os alunos. O agressor foi detido e está sob custódia das autoridades.
O suspeito teria informado ao pai da criança que desejava presentear a menina. Confiando nas palavras do suspeito, o pai permitiu que sua filha fosse até a casa dele.
Conforme relatado pelos avós, Emily era uma criança autista, enfrentava desafios na comunicação e não demonstrava reações diante da dor.
A menina chegou a ser socorrida mas, não resistiu e morreu ainda na residência.
A adolescente confirmou os relatos iniciais contra o padrasto, fornecendo detalhes sobre a violência sofrida.
O incidente ocorreu em 15 de março deste ano. O delegado sugeriu não indiciar a adolescente, alegando que ela estava "em surto".
Após a comprovação do crime durante o inquérito policial, a Polícia Civil solicitou a prisão do suspeito.
De acordo com a Polícia Civil, a vítima era abusada sexualmente pelo homem filmado desde os 11 anos de idade.
Durante o procedimento policial, a menor não apresentou a documentação e mentiu aos policiais afirmando ter 16.
A ocorrência aconteceu na noite de quinta-feira, 11 de maio, depois que a menina espalhou cartas pedindo "socorro"
O homem fez comentários invasivos sobre o corpo da jovem e deixou constrangido ao olhar para ela constantemente.
O suspeito se apresentava como uma menina menor de idade através de um perfil falso em aplicativo de mensagens.
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Aurélio José Osolinski, pai de Kameron, afirmou que nunca suspeitou que o padrasto pudesse estar fazendo algo contra a sua filha
A criança havia desaparecido na quarta-feira (26) na região da PR-405, na comunidade rural de Ipanema.
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O estupro teria ocorrido na casa da babá, mãe do suspeito, que cuida da menina desde que ela tinha um ano de idade.
Durante a prisão, o maior de idade confessou o crime e apontou a participação dos demais infratores.
A vítima pode ter sido agredida com pedaços de madeira. Ela também possuía cicatrizes pelo corpo.
Durante as investigações foi descoberto ainda que o último abuso foi cometido no sábado (1°).
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