Análise do Instituto de Criminalística afirma que o quadro foi desencadeado por fatores como superproteção familiar e excesso de jogos violentos
A documentação técnica ainda ajuda a derrubar as teses de quem não acredita que Marcelo foi o autor único da chacina.
Jogo teria influenciado menino de 13 anos a matar família em São Paulo. Criador do game esteve na Bienal do Livro do Rio para lançar HQ.
Eles também disseram que o amigo tinha uma espingarda de pressão
Petições virtuais pedem participação da Polícia Federal na investigação do caso
Dois garotos deverão ser novamente ouvidos pela Polícia Civil nesta quarta.
estemunhas teriam escutado disparos entre 0h20 e 0h30 do dia 5
Polícia Civil espera o resultado de laudos, que devem sair até o fim desta semana
Chefe de cozinha ia todos os dias ao trabalho de bicicleta em um trajeto de 11 km
O protesto foi convocado pela internet e terá como ponto de partida a avenida Paulista
Depoimentos ajudam a polícia a traçar o perfil do menino de 13 anos.
Segundo as investigações da polícia, o garoto foi à escola horas depois de matar os parentes
Os garotos afirmaram que a confissão ocorreu minutos antes do início da aula naquele dia, mas que eles acabaram não levando a declaração a sério.
Diretora disse que estranhou que o adolescente estava usando capuz por muito tempo
Amigos disseram que Marcelo Pesseghini criou grupo "Os Mercenários". Diretora de escola constava em lista de desafetos.
Família foi encontrada morta no início do mês; garoto de 13 anos é apontado como responsável
Quase duas semanas após chacina de família, crime continua cercado de contradições e mistérios
Depoimentos reforçam versão da Polícia Civil de que adolescente de 13 anos cometeu os crimes
Conforme o relato desse jovem, Marcelo ligou para ele no dia 4 de agosto, véspera do crime, e relatou que colocaria em prática seu plano.
O programa desta terça teve como convidado o deputado major Olímpio Gomes (
A Justiça aceitou denúncia contra 15 das 19 pessoas denunciadas pelo MPE por torturar os suspeitos de estuprar e matar a adolescente Tayná.
Bilhetinho foi escrito por Marcelo Pesseghini no Dia dos Pais.
A polícia não disponibilizou imagens do conteúdo encontrado na mochila.
Em depoimento, vizinho afirmou que menino suspeito sabia atirar.
Luis Marcelo Pesseghini, 40, era sargento da Rota. A mulher dele, Andreia Pesseghini, 36, era cabo do 18º Batalhão.