Emanoel Vieira de Moura espancou a companheira Carla Eugênia de Almeida, de 27 anos, até a morte
Casal estava junto há cerca de 20 anos. Segundo o Ministério Público, a vítima estava dormindo quando o marido atirou contra ela, na frente do sobrinho dela, uma criança de 6 anos
As maiores verdades no feminicídio é que a violência não aconteceu apenas naquele momento. Ela foi crescendo, até se tornar monstruosa
Após o crime, o homem fugiu do local e ainda não foi encontrado pela polícia
Mãe e filha confirmaram a tentativa de estupro aos policiais. A garota passou por exames e o hospital decidiu fazer a denúncia
A jovem era contra o uso de drogas do companheiro e pedia para que o namorado abandonasse o vício.
Homem negou as acusações, mas companheira comprovou lesões aos policiais militares
Com o trânsito em julgado do Processo o réu foi condenado a 12 anos de reclusão em regime inicialmente fechado
A vítima disse que os abusos iniciavam quando a madrasta saia de casa
O acusado é ex-presidiário, vivia com outra companheira e, em 2019, conseguiu ter a guarda da vítima e de seu irmão, pois ambos são órfãos de mãe.
Ex-agente que assassinou homem negro respondia a 3 acusações de homicídio e foi condenado em todas elas por um tribunal do júri em abril
A vítima se recuperava da Covid-19 em casa quando foi espancada a pauladas pelo agressor na frente do filho, de 10 anos, segundo denúncia do Ministério Público
Durante a audiência, o Ministério Público alegou que o tapa no presidente foi um ato inadmissível de uma violência deliberada.
A acusação se baseava numa emenda ao Código Penal que visava a proteger moças de ataques sexuais e prostituição.
Seleznev admitiu ter embriagado e esfaqueado os amigos. Depois, ele contou ter fervido pedaços dos corpos deles e comido.
A vítima foi encontrada morta com cerca de 10 perfurações dentro de uma residência abandonada em fevereiro de 2019.
A criança foi submetida a exames, onde ficou constatada a violência sexual cometida pelo acusado.
Segundo o processo, ele invadiu casas de pelos menos oito vitimas.
Caso aconteceu em 2014, quando garoto passeava com o pai no Zoológico Municipal; homem foi condenado a três anos de prisão, em regime aberto, por lesão corporal e omissão.
Caso chocou o mundo inteiro
Eles foram reconhecidos como sendo os autores do crime pelo próprio primo de Samuel Gomes.
Chateaubriand Bandeira Diniz Filho foi julgado no Fórum Criminal da Barra Funda e condenado por feminicídio.
Além da pena, ele também foi sentenciado ao pagamento de uma multa.