Os criminosos se passaram pela primeira-dama, aproveitaram o bom senso das pessoas e aplicavam o “Golpe do Pix”.
Dos sete agentes, três foram acusados de praticarem estupro coletivo contra uma mulher em um apartamento.
Além das prisões, foram apreendidos dinheiro, drogas, celulares, bicicletas e raquetes de beach tennis, os quais são produtos de roubo e furto.
A guarnição deu cumprimento a mandado de prisão preventiva, pelo crime de incêndio, dano e stalking, em contexto de intolerância religiosa praticados pelo suspeito.
Logo depois do incidente, o suspeito evadiu-se do local levando consigo sua arma. Até a noite deste domingo (9), ele ainda estava foragido.
. O caso ocorreu no sábado (8) durante uma discussão da vítima com o ex-companheiro, que foi identificado como "Toin do Galo".
Na época, James Howard-Jones foi internado em estado grave. Ele só conseguia fazer contato visual, sem se mover ou falar.
O suspeito foi localizado, monitorado e preso em uma residência na localidade Boqueirão, zona rural do município de Inhuma-PI.
Indígenas venezuelanos alegaram que o homem agredido roubava com frequência pertences dos moradores, alimentos e equipamentos de som.
O suspeito atraía as vítimas por meio de aplicativo, para fazer corridas em vários bairros da cidade e ao chegar no local anunciava o assalto
Carlos Rodrigues de Sousa, vulgo “Vaqueiro”, foi preso no bairro Dirceu I, na zona Sudeste de Teresina
Suspeito foi preso pelos crimes de tráfico de drogas, posse Ilegal de arma de fogo e receptação na Rua Firmino Pires, no Centro da capital
Os integrantes do grupo praticavam violência sexual contra crianças e adolescentes.
O carro recuperado, modelo Ford Ka, foi utilizado nas ações criminosas.
Nas imagens, uma discussão começa e é possível ver o jogador levando chutes enquanto é intimado com uma arma.
Segundo a PM, o médico havia marcado um encontro com uma mulher que conheceu em um aplicativo de relacionamento. Na ocasião, ele foi surpreendido pelos suspeitos.
De acordo com o jornal português JN, a principal suspeita é que Alisson tenha sido confundido como membro de um grupo criminoso.
De acordo com testemunhas, os criminosos já estavam olhando de forma estranha para onde as vítimas estavam, quando mais tarde efetuaram os disparos.
Conforme a Polícia Civil, Débora e Nataly não tinham registro criminal e a corporação acredita que elas tenham sido mortas por engano.
A polícia também investiga a possibilidade de que o grupo tenha estuprado e ameaçado mais cinco vítimas: 3 em São Paulo, uma no Espírito Santo e outra no Amapá.
A ação, além dos líderes da organização, busca identificar falsos médicos e profissionais de outras áreas que atuam através de "serviços" oferecidos pelo grupo.
Após o cumprimento da prisão, a detida foi conduzida à Central de Flagrantes de Parnaíba para a adoção dos procedimentos legais.
A finalidade da ação é verificar as pessoas que cumprem medidas diversas da prisão com o uso de tornozeleira eletrônica.
Com número de suspeitas crescendo, levantamento foi feito com base em informações de prefeituras
As prisões foram conduzidas pelo coordenador do Draco, Charles Pessoa, e aconteceram nas zonas Sudeste e Norte da capital.