EUA e Irã fecharam acordo de paz com encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo o Líbano.
Já o Ibovespa avançou 1,39% e fechou aos 187.318 pontos, impulsionado por um cenário de indicadores econômicos e decisões monetárias no Brasil e no exterior
Moeda opera em queda de 0,13% enquanto mercados reagem a dados de emprego americanos e incidentes no Estreito de Ormuz.
De acordo com o magistrado, a ação não atendeu ao padrão jurídico necessário para esse tipo de processo, que exige a demonstração de que a informação foi divulgada com conhecimento de sua falsidade ou com desprezo pela verdade
Bolsas internacionais operam no vermelho, enquanto Ibovespa sobe e vendas do varejo avançam no Brasil
Sinalização de conversas “produtivas” entre Estados Unidos e Irã derrubou o petróleo, enfraqueceu o dólar no mundo e devolveu o apetite por risco aos investidores.
Ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, seguidos por uma resposta de Teerã, aumentaram o temor de ampliação da guerra na região e elevaram o nível de aversão ao risco nos mercados globais
Movimento foi impulsionado pela entrada de capital estrangeiro, queda do dólar e alívio no cenário internacional
Um conjunto de 54 empresas declarou à Receita ter reduzido cada uma em, ao menos, R$ 1 bilhão os seus tributos devidos entre 2024 e este ano
Taxa de 125% anunciada nesta quarta-feira vai se somar a 20% que já eram aplicados
Donald Trump anunciou redução temporária nas tarifas recíprocas. As taxas cairão para 10% durante período de 90 dias.
A bolsa de valores subiu mais de 3% e aproximou-se dos 128 mil pontos. O dólar comercial fechou o dia sendo vendido a R$ 5,845, com queda de R$ 0,152 (-2,54%).
O anúncio de Trump de que pretende impor uma tarifa adicional de 50% aos produtos chineses, caso o país asiático não reverta a sobretaxação de 34%, afetou o mercado global.
Um dos gatilhos da nova rodada de pessimismo veio da China, que na sexta-feira (4) anunciou uma tarifa retaliatória de 34% sobre produtos importados dos EUA
O resultado vem após o colapso em Wall Steet na última sexta (4), causado pela reação da China as tarifas impostas por Donald Trump.
O dólar está no menor valor desde 14 de outubro, quando estava em R$ 5,58. A divisa acumula queda de 8,91% em 2025.
No Brasil, o dólar comercial caiu 1,23%, encerrando o dia cotado a R$ 5,62 – o menor valor desde 14 de outubro.
O dólar caiu pela quarta vez seguida, fechando a R$ 5,743, com recuo de R$ 0,058 (1%). No menor valor desde 21 de fevereiro.
Além das tarifas sobre Canadá e México, Trump anunciou novas taxações sobre produtos agrícolas importados a partir de 2 de abril.
Dólar comercial fechou cotado a R$ 4,96, apresentando uma redução de 0,36% no dia e uma queda de 0,74% ao longo da semana.
O foco estará nos dados de inflação nos Estados Unidos e no Brasil, juntamente com a divulgação do PIB de ambos os países
A Bolsa se aproximou dos 129 mil pontos, com a prévia oficial da inflação de janeiro e o índice de preços ao consumidor (PCE) nos EUA.
Governo alemão enfrenta forte crise orçamentária; França também já adotou restrições similares
O volume financeiro negociado durante a sessão foi de R$ 21,23 bilhões no Ibovespa e R$ 26,37 bilhões na B3.
Como dizia Magalhães Pinto: "Política é como nuvem. Você olha, e ela está de um jeito. Olha de novo, e ela já mudou"