Alexandre de Moraes vai interrogar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Braga Netto e mais seis réus acusados de participarem do "núcleo crucial" para impedir a posse de Lula
Mauro Cid afirma que Alexandre de Moraes foi alvo de críticas e xingamentos em conversas de militares investigados por plano de golpe. Confira!
Mauro Cid afirma ao STF que Bolsonaro não tomou medidas para encerrar acampamentos golpistas após as eleições de 2022. Entenda o caso.
De acordo com Cid, Bolsonaro solicitou, entre outros pontos, a retirada do trecho que previa a prisão de autoridades
Mauro Cid confirmou que Bolsonaro leu e alterou um documento que previa a prisão de autoridades e novas eleições.
Os interrogatórios ocorrerão na sala da Primeira Turma do STF, que foi adaptada para se assemelhar a um tribunal do júri. O esquema de segurança no prédio também foi reforçado para a ocasião.
Os depoimentos do governador Tarcísio de Freitas, do ex-secretário de Tecnologia do TSE, Giuseppe Dutra Janino e de mais 3 testemunhas estão mantidos.
Durante a oitiva, Mourão também negou ter sido alvo de monitoramento por parte de militares supostamente envolvidos em uma articulação golpista para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem era vice, no poder.
Ex-ajudante de Bolsonaro mudou versão cinco vezes em depoimentos, incluindo acusações a Braga Netto
Segundo Gonet, não há provas suficientes de que Bolsonaro tenha efetivamente pedido a Mauro Cid que incluísse os dados falsos de vacinação no sistema do Ministério da Saúde.
Também se tornaram réus 7 aliados e assessores do ex-presidente, entre eles os ex-ministros Braga Netto e Anderson Torres
1ª Turma do STF marcou três sessões para decidir se aceita acusação da PGR contra 'núcleo crucial' da organização que teria planejado um golpe.
A Polícia Federal identificou que o general tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Advogado de Marcelo Câmara argumenta que informações eram públicas e questiona falta de provas
Advogado Celso Vilardi questiona delação de Mauro Cid e avalia pedir julgamento no plenário do STF
De acordo com o relato, Michelle ficou desesperada e pediu que fosse tomada alguma medida diante da iminente saída de Jair Bolsonaro do cargo.
Em vídeo de delação, Cid diz que Bolsonaro ficava muito nervoso quando recebia informações desses supostos encontros com autoridades do legislativo ou do judiciário
No vídeo, Cid coloca a mão na cabeça e, em seguida, apoia a cabeça nas mãos, demonstrando evidente desespero ao receber a notícia.
No áudio mencionado por Cid, a filha do militar discutia a possibilidade de uma intervenção militar, com soldados nas ruas, para garantir que Bolsonaro permanecesse no poder.
Ministro do STF Alexandre de Moraes retirou o sigilo dos depoimentos do tenente-coronel à Polícia Federal
Nos vídeos, Cid detalha informações cruciais sobre as ações que teriam sido planejadas pelo ex-presidente e seus aliados.
Cid confirmou que os certificados de vacinação falsificados foram impressos e entregues pessoalmente ao ex-presidente da República
Alexandre de Moraes abriu o prazo para que os citados na denúncia da PGR se manifestem.
A publicação também foi acompanhada por um áudio de risadas, com a frase: “não ria, não”.
O documento dividiu os aliados de Bolsonaro em três grupos: conservadores, moderados e radicais