O secretário Geraldo Magela diz que a situação de Piripiri, que sofreu com fortes chuvas na semana passada, está sob controle.
Barras, José de Freitas, Piripiri, Cabeceiras, Batalha, Lagoa Alegre e Esperantina estão em situação de enchente e parte da população está desabrigada
Wellington visitou PI-327, que liga Piripiri ao Açude Caldeirão, e abrigos onde as famílias atingidas pela enchente estão abrigadas.
Como medidas complementares, o MPPI recomendou ao Poder Público de Piripiri e Brasileira que tomem medidas em caráter de urgência, em razão da possível ocorrência de danos à vida e à integridade física dos seus munícipes.
De acordo com o chefe do executivo estadual, ações integradas entre governo e órgãos competentes são importantes para que a população possa ser acolhida da melhor forma possível.
Nos municípios de José de Freitas e Lagoa Alegre vias já foram interditadas e comunidades estão isoladas.
As medições realizadas pela Defesa Civil na área próxima ao Parque Encontro dos Rios, por exemplo, apontaram um acréscimo de quatro metros e meio.
O rio Marataoan, no município de Barras, e o rio Longá, em Esperantina, são os pontos mais críticos que estão sendo monitorados
As fortes chuvas que aconteceram nos últimos dias deixaram um rastro de destruição no litoral paulista.
Chuvas causaram alagamentos, deslizamentos em morros e transtornos na região. Mortes ocorreram em Santos, São Vicente e Guarujá. Dois bombeiros morreram enquanto buscavam vítimas.
Na manhã de hoje (4), o Instituto-Médico Legal (IML) de São Paulo liberou os corpos de 15 vítimas, entre eles, os de dois irmãos de 6 e 3 anos, o de um bebê de dez meses e o de uma menina de 11 anos.
Entre os mortos estão um casal que foi soterrado em São Vicente e um bombeiro que atuava num resgate em Guarujá. Segundo a Defesa Civil, seis pessoas estão desaparecidas.
Em Teresina, equipes da Prefeitura estão atentas e a Defesa Civil municipal está monitorando os pontos críticos para minimizar os danos e prestando assistências às famílias afetadas.