A sessão, que ocorreu na última sexta-feira (24), foi presidida pelo juiz Noé Pacheco,em Corrente, Sul do estado.
O policial civil do Piauí, Alexsandro Cavalcante Ferreira, de 45 anos, foi morto com vários tiros na cabeça , na noite de 12 de setembro.
A prisão do acusado já havia sido prorrogada no dia 11 de outubro, pelo juiz Sávio Ramon Batista da Silva.
O jovem morreu após ser atropelado no dia 8 de outubro, na PI 211, em Joaquim Pires, interior do Estado.
Francisco Eudes dos Santos Silva, foi executado no dia 24 de abril de 2022, com um tiro na cabeça no Centro de Teresina.
Um dos envolvidos no crime afirmou que o juiz reagiu à tentativa de assalto. Na terça-feira (24), outros três acusados foram presos.
A denúncia ocorreu nesta quinta-feira (26), após o promotor pedir a soltura de três suspeitos de homicídio.
Polícia Militar recebeu um chamado sobre um homicídio em Barra de Jangada às 20h30 e confirmou que as investigações estão sob responsabilidade da Polícia Civil
No dia 26 de julho de 2021, o médico Bruno Calaça Barbosa, de 24 anos, foi assassinado a tiros durante uma festa na cidade de Imperatriz, no Maranhão.
O policial Alexsandro Cavalcante Ferreira, foi morto no dia 12 de setembro na cidade de Parnaíba, litoral do Estado.
As investigações estão sob responsabilidade da Delegacia de Combate a Homicídios, Tráfico de Drogas e Latrocínio (DHTL) de Parnaíba.
A ação decorreu em virtude ao cumprimento de mandado de prisão preventiva em desfavor do indivíduo
Em setembro de 2020, Miriam foi morta por seu companheiro. Na época, ele foi preso em flagrante enquanto tentava matar a filha da vítima enforcada.
O julgamento foi realizado na última quarta-feira, 5 de julho, sob a presidência do juiz de Direito Rafael Palludo.
Quase quatro anos depois do caso, o suspeito de ter esfaqueado e queimado viva a namorada, está sendo julgado no tribunal.
Após audiência de custódia, PM acusado terá prisão preventiva
No final de março, a AGU entrou com recurso contra a decisão que havia autorizado pagamento de pensão aos filhos do guarda municipal.
Crime aconteceu no dia 25 de janeiro de 2020, em um apartamento, no bairro Vicente Fialho, em São Luís
De acordo com a decisão, a pensão será paga porque a arma usada para cometer o crime é de propriedade da União
Três homens estão presos e aguardam decisão da Justiça para saber se vão a júri popular ou não.
O decreto pode beneficiar com perdão da pena, condenados por crimes como furto simples, estelionato, receptação e porte ilegal de armas de fogo.
Mauro Viana, cunhado do mandante do assassinato, foi preso em no dia 21 de setembro. Foi retratado que o mesmo tinha conhecimento do plano do crime.
O juiz revogou a prisão dos irmãos, mas com medidas cautelares fixadas. Os demais acusados seguem presos.
O crime teria ocorrido como forma de execução em que o réu teria cumprindo ordens para cometer o crime mediante promessa de pagamento.
O julgamento do caso aconteceu durante toda esta quarta-feira (28), através da 1ª Vara do Tribunal Popular do Júri, no Fórum de Teresina, após ter sido adiado por quatro vezes.