Ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro carregava uma papel reproduzindo o print do WhatsApp
Nomeação ocorre após o ministro do STF Alexandre de Moraes barrar a indicação, pelo presidente, de Alexandre Ramagem, amigo dos filhos de Bolsonaro, para chefia da PF.
Moro deve depor aos delegados, neste sábado (2), sobre as acusações de que o presidente Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF.
Mendonça era titular da AGU. Ramagem é próximo aos Bolsonaro: ele foi segurança do então candidato na campanha eleitoral.
Para direção da PF, governo decidiu pelo nome de Alexandre Ramagem, diretor da Abin. Oliveira e Ramagem são próximos aos Bolsonaro e já trabalharam para integrantes da família.
Presidente já havia cogitado a separação das pastas em 2019, mas ex-ministro que ameaçou sair do governo, pois perderia o controle sobre a PF e outras polícias.
Jornal Nacional revelou troca de mensagens entre presidente e ministro, na qual Bolsonaro pede interferência na investigação de deputados aliados. Em outro diálogo, deputada Carla Zambelli sugere ao ex-ministro aceitar demissão de diretor da PF em troca de vaga no STF. Ele recusa.
A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal,
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Exoneração ocorreu 'a pedido', segundo decreto publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira. Na quinta, Moro havia dito que pediria demissão se troca ocorresse.
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