Taxa extra será de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora consumidos.
O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh)
Patamar da produção hidrelétrica já reflete a diminuição das chuvas.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.
A bandeira tarifária passará da cor verde em abril, na qual não há cobrança extra, para a cor amarela
Cobrança adicional de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh).
A conta de luz continua com uma taxa extra de R$ 5 a cada 100 kW/h
País enfrenta adversidades climáticas em razão da falta de chuva.
É a maior taxa para o mês desde 1995.
Volume de chuvas permitiu a redução na cobrança da conta de luz
Em dezembro, cobrança extra foi de R$ 3 a cada 100 kWh.
Em dezembro, cobrança extra foi de R$ 3 a cada 100 kWh
Uma das alternativas é a retomada do teto, mas com reajuste
O novo valor passará a valer já a partir de novembro
Sistema de bandeiras tarifárias entrou em janeiro de 2015
Baixa quantidade de chuvas é a principal justificativa, diz a Aneel
A bandeira tarifária do mês será amarela
Bandeira amarela definida para o mês que vem.
Aumento se deve à falta de chuvas, garante Aneel
Consumidores de todo o país pagam parte do custo de compra.
Bandeira verde e sem custos foi substituída pela bandeira amarela.
A Aneel informou que a bandeira tarifária de julho será amarela
Isso ocorre pelos baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas
Bandeira vermelha está em vigor desde abril
Atualmente, bandeira vermelha está em vigência no Brasil