Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou pela primeira vez o impasse referente à eleição presidencial na Venezuela, realizada no domingo (28).
Os países afetados são Argentina, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai.
Em meio a intensos protestos na Venezuela, manifestantes derrubaram uma estátua de Hugo Chávez em Coro, no estado de Falcón, após a reeleição controversa de Nicolás Maduro.
A líder também insinuou que o regime chavista estaria envolvido em fraudes para alterar os resultados das eleições
Campanha de Edmundo González, principal adversário do chavista, diz ter obtido 70%. EUA, Chile e Peru contestaram dados oficiais.
Padrino López enfatizou que as Forças Armadas não terão um papel de árbitro nas eleições.
Durante seu discurso, Maduro também questionou o sistema eleitoral dos Estados Unidos e da Colômbia, elogiando o sistema venezuelano como "o melhor do mundo"
Nicolás Maduro afirma que as suas declarações sobre possível "banho de sangue" foram uma reflexão e que a paz irá prevalecer
O presidente chavista, que busca seu terceiro mandato, enfrentará nove candidatos de diversos setores da oposição.
O presidente respondeu às críticas de que seria um "candidato único" devido ao destaque com que sua imagem aparece na cédula
As Forças Armadas brasileiras ampliaram sua presença nas fronteiras com Venezuela e Guiana, em preparação para possíveis conflitos
A lei proíbe a divulgação do mapa político da Venezuela sem a inclusão do território de Essequibo, agravando ainda mais a tensão entre os dois países
Corina foi indicada por María Corina Machado, líder opositora proeminente, para concorrer às eleições de 28 de julho.
O presidente afirmou, ainda, que o Brasil acompanhará o processo eleitoral venezuelano de perto
Ministro da Fazenda participou de café da manhã de fim de ano com jornalistas. Brasil recebe mais de 1 milhão de encomendas por dia.
As tensões aumentaram após ameaças de invasão e o risco iminente de conflito armado na fronteira com o Brasil
Fala de Irfaan Ali foi divulgada logo após Nicolás Maduro defender que os dois países têm de 'sentar e conversar' sobre o território
A viagem acontece em meio a uma tensão na América do Sul. Principalmente pela intenção de Maduro em incorporar o território de Essequibo, que pertence à Guiana
Presidente da Venezuela assinou decretos em comício em Caracas. Ato acontece um dia depois de Estados Unidos anunciar exercícios militares na Guiana.
O governo venezuelano alega que mais de 95% dos eleitores votaram a favor dessa medida, uma das cinco questões apresentadas na consulta pública
Segundo ele, dezembro é um bom prazo para que o candidato seja escolhido. Nogueira defende que o martelo seja batido em novembro.
''Devo dizer que fiquei surpreso quando se falou que o que acontece na Venezuela é uma narrativa', disse Lacalle Pou.
A reunião entre os líderes representa um avanço significativo na retomada das relações diplomáticas, que haviam sido interrompidas durante a gestão anterior, e reabrem as oportunidades de novas relações comerciais
O requerimento foi direcionado para avaliação na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO).
Após a reunião bilateral, os dois presidentes assinarão acordos conjuntos e, em seguida, seguirão para um almoço no Palácio do Itamaraty.