Segundo a Defesa Civil, 16 pessoas ficaram feridas e pelo menos 22 municípios foram afetados. As rajadas de vento atingiram velocidade acima de 100 km/h e chegaram a derrubar caminhões.
O mapeamento feito pela gerência detectou 56 áreas de risco existentes na capital.
Corpo de Bombeiros e Defesa Civil alertam para riscos de alagamentos em diversos pontos da cidade, considerados críticos e que merecem atenção no período chuvoso.
Com o período chuvoso, as ruas ficam praticamente intrafegáveis. Alagamentos são “comuns” na região, além da invasão de lama e acúmulo de lixo
As mensagens vão alertar sobre desastres como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, vendavais, chuvas de granizo, entre outros
Veja a lista de município sob aleta do instituto
Outras 22 milhões de pessoas na região central do país enfrentam condições climáticas difíceis que trouxeram granizo, chuvas fortes e inundações
As pancadas de chuvas devem ser irregulares, espaçadas, rápidas, intensas e com bastante atividade elétrica, com raios.
O município está em estágio de crise - o mais alto em uma escala de três - desde as 20h55
"O ideal é as pessoas procurarem se abrigar antes do fato acontecer, antes da chuva acontecer”, afirma major José Veloso
Segundo ele, as chuvas seguirão até o mês de maio.
Plano Diretor de Drenagem Urbana aponta a existência de 70 sub-bacias na zona urbana da capital
O maior destaque é São Luís, capital do Maranhão, que terminou o mês de março com aproximadamente 775 mm acumulados e teve o março mais chuvoso desde 1970.
A Defesa Civil Municipal faz o alerta para que alguns trechos da cidade sejam evitados na hora de chuva forte ou até meia hora depois delas, quando a água escoa.