A PM informou que o homem investiu contra a mulher com uma faca e chegou a atingi-la no pescoço.
Suspeito pelo assassinato do menino Henry Borel, teve sua prisão preventiva pedida. Ele é investigado ainda em outro inquérito em que teria agredido um menino.
A menina e o menino, que também teriam sido vítimas de violência praticada por Dr. Jairinho, têm 13 e 8 anos de idade, respectivamente
Antes, ele estava em uma das 5 galerias de Bangu 8 - local onde estão presos que possuem diploma de curso superior.
O homem chegou em casa embriagado e com um pedaço de madeira desferiu golpes contra sua filha, que sofreu várias lesões pelo corpo.
O laudo anterior apontava 23 lesões, mas não detalhava que as marcas na face do menino.
O casal se separou em 2015 após mais de 18 anos juntos envolvendo acusações de traição do guitarrista
De acordo com informações de populares, o acusado já vinha tendo desentendimentos com o filho.
Ao tentar conter a situação, um segurança da unidade foi agredido.
A vítima, identificada como José Cardoso da Silva, morava sozinho e a residência é isolada, com poucos vizinhos por perto, o que dificulta a investigação do crime.
De acordo com as investigações, a vítima tentou proteger uma vizinha que estava sendo perseguida pelo acusado
Além de tudo, ele rompeu a tornozeleira eletrônica que usava pelas agressões à mãe.
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Dr. Jairinho e Monique Medeiros foram presos por suspeita de matar o menino Henry Borel
Depois de muita insistência dos policiais, o acusado soltou a faca e tentou pegar uma espingarda que estava próximo.
O acusado levou a vítima arrastada para um matagal, onde a manteve a força, até ser encontrado e preso em flagrante.
O casal foi preso e indiciado por homicídio duplamente qualificado.
Segundo a polícia, garoto sofreu sessões de tortura semanas antes da morte da criança.
Caso Henry: entenda como Dr. Jairinho passou de testemunha a suspeito da morte do menino
O casal é suspeito de atrapalhar as investigações, ameaçar e combinar versões de testemunhas
O preso confessou o crime após ser interrogado e alegou ter matado a vítima porque não aceitava o fim do relacionamento.
Ele foi socorrido por uma ambulância do SAMU e conduzido para o Hospital Regional Tibério Nunes em Floriano.