A idosa teria escorregado e batido a perna no batente de casa,
Washington Feitoza, um dos irmãos, leva na brincadeira a opinião da sister sobre sua aparência física
O inquérito está sendo concluído e encaminhado para o Juiz de Direito da Comarca de Pedro II, onde consta todo o caso elucidado
A mãe, Dona Maria Nerci e os filhos da vítima não participaram da celebração.
Em entrevista, ele relatou que momentos antes do crime, a vítima estava se sentindo bem.
“Ela queria que eu tocasse nela, ela sabia que Izadora já estava morta, acho que ela tentou me incriminar”, afirmou a mulher.
Em seu depoimento, o jornalista assumiu que escreveu o bilhete para a irmã.
A versão contada pela mãe e pelo irmão é de que uma mulher, vendedora de roupas, identificada como Maria teria entrado na casa e matado a vítima.
Autor do crime chegou a ir ao velório da irmã e demonstrou frieza.
João Paulo ainda chegou a conceder uma entrevista exclusiva para o repórter Kilson Dione.
A prefeitura criou uma comissão para apurar as causas do ocorrido.
Uma equipe do DHPP já está colhendo todas as informações e depoimentos sobre o caso.
Izadora foi morta com sete facadas no pescoço dentro da própria casa, em Pedro II
O desembargador e escritor Brandão de Carvalho publicou uma crônica especial que relembra fatos históricos com a participação de Maria José Moraes.
A informação da polícia é que ela teria sido atacada por uma mulher, não identificada.
Ela teria sido atacada por uma vendedora de roupas após uma discussão.