O crimino também é acusado de ferir duas pessoas a bala e roubos em diversas cidades do Médio Parnaíba.
Ao ser abordado, ele portava um celular Samsung J4, que havia sido furtado da Vítima.
O corpo da vítima foi encontrado em sua residência com pulsos amarrados com uma corda e amordaçado com uma camisa.
Segundo informações, o acusado resistiu até a chegada da Polícia Militar, para não ser imobilizado.
Ele atua como sushiman e responde por roubo majorado.
Foram mobilizados mais de 200 policiais civis entre delegados, agentes e escrivães na ação.
Seis investigados já estavam no sistema prisional, presos pela prática de outros crimes.
Desde a data do crime, Aurélio não se apresentou a autoridade policial e nem compareceu aos demais trâmites.
Ainda de acordo com as informações, a briga começou após José de Ribamar ter tentado agredir a mãe da vítima, uma senhora de 83 anos.
Segundo informações, o nome da operação Rota Negra faz alusão às rotas de tráfico que eram utilizadas para que as drogas chegassem até o município de Barras.
O acusado foi submetido a exame de corpo de delito e à audiência de custódia no Fórum local.
Marcelo Negão, como é mais conhecido o acusado, foi preso com um fuzil e uma pistola.
A ação teve como objetivo desarticular uma organização criminosa composta por policiais militares e civis em um total de 16 investigados.