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Ciro Nogueira prepara artilharia contra institutos com resultados divergentes

Nogueira propõe responsabilizar institutos que divulgarem pesquisas muito diferentes dos resultados eleitorais, além da margem de erro.

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Senador Ciro Nogueira critica divergências entre pesquisas e resultados das urnas, atribuindo-as a incompetência ou má fé. Nogueira propõe responsabilizar institutos que divulgarem pesquisas muito diferentes dos resultados eleitorais, além da margem de erro. O senador enfatiza que responsáveis por tentativas de manipular o processo eleitoral devem ser punidos exemplarmente.
O ex-ministro Ciro Nogueira está construindo um projeto de lei relacionado aos institutos. | Foto: Reprodução
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O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente dos Progressistas, comentou sobre as discrepâncias entre as pesquisas eleitorais divulgadas na reta final das eleições e os resultados efetivos das urnas. Para ele, essas divergências indicam falhas sérias. 

“Se a realidade é uma só, quem apresenta números divergentes é incompetente ou agiu de má fé”, afirmou Nogueira, ressaltando sua insatisfação com a precisão dos levantamentos.

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Em resposta a essa situação, o parlamentar solicitou à sua equipe a elaboração de um projeto de lei com o objetivo de responsabilizar os institutos de pesquisa. Segundo ele, a ideia é que esses institutos “sejam obrigados a divulgar na véspera da eleição uma última pesquisa e aqueles que forem muito diferentes dos constatados na urna, além da margem de erro, sejam penalizados”. Ele acredita que a medida poderá inibir possíveis tentativas de manipulação dos resultados.

Nogueira enfatizou ainda que, se houver tentativa de distorcer o processo eleitoral, os responsáveis devem ser punidos. 

“Quem tentar manipular o processo eleitoral terá que arcar com as consequências”, completou o senador.

Na visão de Ciro Nogueira, as recentes eleições municipais reforçaram o que ele considera ser um problema sério no cenário político

“Depois que são desmentidos na urna inventam uma desculpa qualquer ou atribuem a uma súbita mudança de última hora como se o brasileiro decidisse só na urna em quem vai votar”, criticou, expressando sua desconfiança quanto à justificativa dos institutos para os erros.

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