- Professora Glória Werkhausen foi assassinada asfixiada e seu corpo queimado em sua casa em Constantina.
- Ex-marido, Márcio Oliveira dos Santos, preso em 16 de julho, é principal suspeito do crime.
- Defesa do acusado nega envolvimento e afirma não ter acesso a novos elementos da investigação.
- Perícia indica que suspeito ateou fogo no imóvel para alterar a cena do crime.
- Santos foi liberado após internamento e conduzido à delegacia de Constantina.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul concluiu que a professora Glória Werkhausen, 43 anos, foi assassinada asfixiada por esganadura e teve o corpo queimado na própria casa após um incêndio em Constantina, no Norte do Rio Grande do Sul. O principal suspeito do crime é o ex-marido dela, Márcio Oliveira dos Santos, preso desde o dia 16.
A defesa do homem "nega de forma veemente qualquer relação (do investigado) com a morte de sua ex-companheira". A defesa diz, ainda, que não teve acesso a nenhum elemento novo da investigação.
Segundo a Polícia Civil, o ex-marido teria agido sozinho. Conforme a perícia, após matar a ex-companheira, o suspeito teria ateado fogo no imóvel na tentativa de alterar a cena do crime e dificultar o trabalho das autoridades.
Santos foi preso na manhã do dia 16 de julho em Constantina. Ele estava internado no hospital desde a madrugada do dia 15 e, após receber alta e ser liberado, foi conduzido à Delegacia de Polícia de Constantina por agentes da Polícia Civil.