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Pai abusou de filha dos 5 aos 14 anos; enteada também denunciou suspeito em Teresina

Antonio Luis Alves foi preso nesta quinta-feira (5), em Teresina.

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  • Delegado informa que Antonio Luis Alves abusava sexualmente da filha desde os 5 anos.
  • Caso veio à tona após a menina contar à irmã sobre os abusos e revelar também ter sido vítima.
  • Homem foi preso em Teresina após denúncias de abusos contra três irmãs, incluindo a vítima de 14 anos.
  • Laudo pericial comprova a ruptura do hímen, confirmando a materialidade dos crimes.
  • Abusos ocorreram na zona Rural Leste de Teresina, com prisão efetuada no Mocambinho.
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O delegado Hugo Alcântara, do Departamento de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), informou que Antonio Luis Alves abusava sexualmente da filha desde que ela tinha 5 anos. Atualmente, a vítima tem 14 anos. O caso veio à tona depois que a menina contou à irmã mais velha sobre os abusos.

Ao ouvir o relato, a irmã mais velha também revelou ter sido vítima de violência sexual praticada pelo mesmo homem, que, no caso dela, é seu padrasto. Antonio Luis Alves foi preso nesta quinta-feira (5), em Teresina.

A irmã mais nova ligou para a mais velha e revelou que vinha sendo abusada sexualmente de forma reiterada pelo pai. A irmã mais velha ligou para a própria mãe e contou o que estava acontecendo. A mãe confrontou o pai, que saiu de casa. Ela também conversou com a vítima, que confirmou os abusos. De posse dessas informações, iniciamos as investigações. Ao ouvirmos a irmã adulta como testemunha, ela também revelou que, quando tinha entre 12 e 13 anos, sofreu abusos sexuais por parte do padrasto. Apresentamos o mandado de prisão e, até o dia de hoje, não conseguimos localizá-lo para cumprir a ordem judicial, explicou o delegado.

Os crimes foram denunciados em meados de setembro deste ano, e aconteceram na zona Rural Leste de Teresina. O homem foi preso no Mocambinho, zona Norte da capital.

Foi um toque, inicialmente, que, posteriormente, evoluiu para a conjunção carnal, se não me engano, por volta dos 12 anos. O laudo pericial atestou a ruptura do hímen, o que, segundo a investigação, comprova a materialidade do delito, acrescentou o delegado.

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