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Ex-diretor de creche investigado por estupro de crianças em Timon é preso novamente em Teresina

Homem é investigado por crimes contra crianças em Timon (MA)

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  • Ex-diretor de creche é preso em Teresina após fugir da prisão preventiva.
  • Alberto Luiz foi capturado em residência após deixar esconderijo em Timon.
  • Investigação aponta estupro de vulneráveis em creche de Timon (MA).
  • Denúncia de família levou à apuração após revogação da prisão preventiva.
  • Ex-diretor era monitorado e localizado após romper tornozeleira eletrônica.
Ex-diretor suspeito de estupro | Foto: Reprodução
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O ex-diretor de uma creche, Alberto Luiz Freitas Monção, de 49 anos, foi preso nesta sexta-feira (10), em Teresina (PI). Ele é investigado por estupro de vulnerável contra várias crianças dentro da própria instituição, localizada no município de Timon (MA).

Momento em que Alberto Luiz é preso./Foto: Saymon Lima

Alberto estava foragido da Justiça após romper a tornozeleira eletrônica e deixá-la na Rodoviária da ciade maranhenseEle havia sido preso em 27 de maio deste ano, mas teve a prisão preventiva revogada posteriormente.

O suspeito foi capturado em uma residência em Teresina e encaminhado à Central de Flagrantes. Segundo a polícia, foi constatado que Alberto havia deixado um esconderijo na zona rural de Timon (MA) com destino à capital piauiense. Ele foi monitorado e localizado.  

Policia Civil de Timon./Foto: Saymon Lima. 

VEJA O MOMENTO DA PRISÃO

O CASO

Imagens do circuito interno de segurança obtidas pela Polícia Civil mostram o diretor em uma sala acompanhado de duas crianças. O investigado passou a responder ao processo em liberdade em junho deste ano, período em que também foi afastado de suas funções administrativas. 

À Rede Meio Norte, a delegada Lorena Alves, titular da Delegacia Especial da Mulher de Timon (DEM), informou que a investigação aponta ainda que o ex-diretor selecionava crianças com dificuldades de comunicação e as levava para um depósito sem câmeras de segurança dentro da unidade.

Segundo a Polícia Civil, a apuração teve início após a denúncia da família de uma das vítimas. A prisão preventiva dele havia sido revogada após o entendimento de que o Ministério Público não apresentou a denúncia dentro do prazo legal.

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