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Acusado de matar ex-esposa e vereador em Teresina é expulso da GCM de Parnaíba

O crime aconteceu no dia 27 de agosto de 2025.

Penelope Brito, Thiciano Ribeiro e Francisco Fernando | Foto: Reprodução
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A Prefeitura de Parnaíba (PI) expulsou o guarda civil municipal Francisco Fernando de Oliveira Castro da corporação. Ele está preso desde o dia 27 de agosto, acusado de assassinar a comandante da GCM e ex-esposa, Penélope Brito, e o atual companheiro dela, o vereador Thiciano Ribeiro. O crime ocorreu em Teresina.

A decisão foi publicada no diário oficial do município nesta quinta-feira (8). 

Considerando que restou comprovado nos autos que o servidor, utilizando arma de fogo pertencente à corporação, praticou conduta gravíssima e incompatível com a função pública [...] a demissão ora aplicada decorre da prática de infração disciplinar de natureza gravíssima, consubstanciada em conduta incompatível com o exercício do cargo público, atentatória à hierarquia, à disciplina, à moralidade administrativa e à dignidade da função pública, diz a decisão.

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O CRIME

O crime aconteceu no dia 27 de agosto de 2025, na Rua Arêa Leão, região Centro-Sul de Teresina, em frente a um hospital particular. Câmeras de segurança registraram quando Penélope Brito caminhava acompanhada do vereador Thiciano Ribeiro. 

O suspeito se aproximou armado e disparou contra o parlamentar, que caiu imediatamente. Em seguida, atirou contra a ex-esposa, que morreu no local. Durante o ataque, um taxista - que estava estacionado na rua - foi atingido por estilhaços dos disparos. 

O QUE MOTIVOU O CRIME?

Francisco Fernando não aceitava o término do relacionamento. Enquanto vivia com Penélope, que também era GCM, o acusado era agressivo e não concordava com o fato dela ser comandante, de acordo com o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

Ele foi preso no mesmo dia, no bairro Parque Piauí, na zona Sul da capital. Ele se escondeu na casa de um familiar e foi surpreendido quando deixou o local em um veículo. Com ele, os policiais apreenderam uma carabina, duas pistolas, dois carregadores, mais de 12 munições, três celulares, uma carteira, um relógio, um notebook, a chave do veículo e uma quantia em dinheiro.

Além disso, equipes da Polícia Militar (PM) apreenderam mais quatro armas e quase três mil munições que pertenceriam ao acusado e estavam escondidas na casa de um tio de Penélope.

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