Não existe uma quantidade única de café que funcione da mesma maneira para todas as pessoas. De modo geral, pesquisas sobre saúde hepática costumam encontrar associação com benefícios entre duas e quatro xícaras por dia, dependendo do tamanho da xícara, do tipo de café e da quantidade de cafeína presente na bebida.
Para adultos saudáveis, uma referência amplamente utilizada é o limite de até 400 miligramas de cafeína por dia. Entretanto, essa quantidade não deve ser encarada como uma meta de consumo. A sensibilidade à cafeína varia bastante entre os indivíduos, e algumas pessoas podem apresentar efeitos desagradáveis mesmo com doses menores.
A maneira como o café é preparado também merece atenção. Bebidas com grandes quantidades de açúcar, cremes, xaropes e outros ingredientes podem aumentar consideravelmente o consumo de calorias, o que não favorece uma alimentação equilibrada. Para quem busca os possíveis benefícios associados à bebida, o café sem excesso de açúcar costuma ser uma opção mais adequada.
Também é importante observar os horários. Como a cafeína pode permanecer ativa no organismo por várias horas, tomar café próximo ao momento de dormir pode prejudicar o sono em pessoas mais sensíveis. Nesse caso, o benefício potencial para o fígado não compensa um hábito que esteja comprometendo a qualidade do descanso.