Com o passar dos anos, alterações na memória, na atenção e nas chamadas funções executivas — responsáveis por atividades como planejar, organizar tarefas e tomar decisões — podem se tornar mais evidentes.
Em pessoas com esquizofrenia ou transtorno bipolar, também existe preocupação com o comprometimento cognitivo e a demência. Por isso, acompanhar essas funções ao longo do tratamento é importante para identificar mudanças e preservar a independência.
A avaliação não deve considerar apenas os sintomas do transtorno. A capacidade de realizar atividades do cotidiano também é um indicador importante. Cuidar da casa, administrar o próprio dinheiro, trabalhar quando possível e manter relações sociais são alguns dos aspectos que ajudam a avaliar a funcionalidade do paciente.