Subvariantes do Ômicron possivelmente causaram aumento do número de casos de Covid
A Nota Técnica divulgada nesta quinta-feira (10) pela Fiocruz aponta o estado entre as 9 unidades federativas com indicadores iguais ou superiores a 80% dos leitos ocupados.
Roraima é o único estado com taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS superior a 80%
A exceção é o estado do Rio que apresenta aumento no indicador pela terceira semana consecutiva, voltando a atingir o patamar de 70%, o que não ocorria desde meados de junho.
A maior transmissibilidade dessa cepa foi associada ao aumento expressivo de casos graves (127%) e mortes (162%).
Em 2021, mais de 40% das pessoas internadas com covid morreram; no pico da epidemia no ano passado, eram 33%
Nas duas últimas semanas foram observadas quedas no número de casos novos e no número de óbitos.
A última vez que o estado havia registrado esse número de mortes por dia havia sido há dois meses, no dia 21 de abril.
Os dados oficiais, divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde, indicam aumento de casos em nove Estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.
O boletim aponta que o país soma 254.221 óbitos desde o início da pandemia.
Carga viral maior contribui para transmissibilidade. Pesquisa, ainda não revisada por outros cientistas, aponta que o relaxamento das restrições contribuiu para o espalhamento do vírus.
O Brasil completou nesta quarta-feira (24) 35 dias seguidos com média móvel de mortes acima de 1.000.
Além do RJ, São Paulo, Pará, Roraima e Ceará já tinham mapeado pacientes com a P.1.
Pará, Santa Catarina e Espírito Santo estão entre as unidades da federação que pedem transparência do governo na distribuição das doses. No Senado, Pazuello disse que critério para entrega é quantidade de pessoas que formam os grupos prioritários em cada estado.
As mudanças vão além da já sabida maior contagiosidade da nova variante do vírus.
Médicos e enfermeiros têm se revezado em escala para ventilar manualmente os pacientes.
A aeronave não decolou por falta de oxigênio suficiente para a remoção dos pacientes com segurança
"Eles não estão vindo com pé na cova. Estão vindo por segurança caso em Manaus falte oxigênio para eles”, disse o superintendente do Hospital Universitário (HU), Paulo Márcio.
Anteriormente, a chegada dos pacientes no Aeroporto Senador Petrônio Portella estava prevista para às 13 horas, segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS). Nova previsão é para às 18 horas desta quinta (14).
As mutações de um vírus não são, necessariamente, mais contagiosas, ou perigosas
A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado