Policiais do 17° Batalhão de Polícia Militar (BPM) foram acionados e isolaram a cena do crime.
Especialistas veem perigo em armar cidadãos. Atiradores esperam mais incentivos do governo
O crime ocorreu na rua Rafaello Rinaldi. Filho Metralha era acusado de tráfico de drogas.
O acidente aconteceu neste sábado(24), no povoado Bom lugar, localizado na zona rural de Luzilândia
Aproximadamente três indivíduos em um veículo vermelho, invadiram o local, abordaram a vítima e efetuaram os disparos.
A polícia investiga o caso, visto que o executor fugiu da cena do crime e não levou a motocicleta.
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Testemunhas afirmam que as duas irmãs tinham envolvimento com facções criminosas.
A Polícia Militar atendeu a ocorrência e isolou o local do crime, onde foram encontrados oito capsulas de calibre 9mm e duas capsulas de calibre 38.
O policial militar reformado foi encaminhado para o presídio da Polícia Militar e permanece à disposição da Justiça.
Wanderley Rodrigues era presidente da Associação dos Moradores do Residencial Sebastião Regis e estava no seu segundo mandato.
A vítima ainda chegou a entrar em uma residência, mas foi atingido pelos disparos e morreu ainda no local. A motivação do crime ainda é desconhecida
Ele foi reconhecido como policial pelos suspeitos e um dos bandidos disparou à queima roupa contra o militar que se encontrava sentado.
Outras pessoas que estavam na residência ainda tentaram perseguir os suspeitos, mas foram impedidos.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ficará a cargo de investigar os dois casos.
Ederson chegou a ser conduzido para Central de Flagrantes,depois de ser capturado, e de acordo com a polícia, sete homens armados teriam participado do homicídio.
Segundo informações colhidas no local pela reportagem, houve uma discussão no local entre a vítima e um outro mototaxista por causa de uma corrida.
Registrada como Danillo Domingos Cardoso de Sousa, a vítima era conhecida como 'Dani', de 27 anos.
Três homens chegaram no fundo da casa, pularam uma cerca de madeira e efetuaram os disparos contra ele, onde um atingiu a região da sua cabeça.
Nicole trabalhava como vendedora em um shopping e não tinha passagens pela polícia.
A GCM isolou a área e acionou a Perícia Criminal, para os primeiros levantamentos. O Instituto Médico Legal (IML) removeu o corpo após o trabalho pericial.
Segundo a polícia, a vítima tem vasta ficha de antecedentes criminais, com passagem por tráfico, de porte de arma de fogo, e porte de droga
A Polícia Militar isolou o local e acionou a Polícia Civil para realização da perícia
O cabo da PM disse que trocou tiros com assaltantes em sua residência e a companheira foi atingida. A família da vítima não acredita na versão do policial
A família acredita que crime foi motivado por transfobia, que ocorre quando há preconceito contra quem se identifica como transgênero.