As crianças foram transportadas de urgência para o hospital de Wellington.
De acordo com o "Sun", a polícia acredita que o incêndio tenha sido criminoso
De acordo com informações de testemunhas, o motorista fugiu do local sem prestar socorro.
Segundo a Polícia Militar, ele não ficou preso porque não havia flagrante delito no crime, nem mandado de prisão confeccionado, e acabou sendo liberado da detenção.
Segundo testemunhas, o carro saiu da pista quando o motorista, que também morreu no acidente, tentou desviar de uma bicicleta.
O motivo das agressões seria por que o acusado não aceita o fim da relação. Ele pagou fiança e já segue em liberdade.
As vítimas estavam dentro de um carro quando foram abordadas pelos atiradores, que fugiram na sequência.
O prédio foi abandonado com diversos objetos, além de documentos importantes como arquivos de inquéritos policial e documento que contém dados pessoais de pessoas que procuraram as delegacias
O Instituto de Medicina Legal (IML) foi chamado para fazer a remoção do corpo.
Vítima foi encaminhada para o Hospital Municipal José Gil Barbosade, na cidade de Altos-PI
Os policiais verificaram que o condutor não era habilitado e não fazia uso de capacete de segurança
Os dois iniciaram uma discussão e o acusado teria golpeado violentamente a cabeça da vítima com um taco de sinuca.
Segundo a polícia, a vítima já tem passagens por homicídio e roubo.
O acidente foi registrado na manhã deste domingo pela PRF.
Na queda, o motociclista quebrou o pescoço e veio a óbito ainda no local.
Suíço de 79 anos foi encontrado morto com corpo amarrado em Fortaleza
O local do acidente é de difícil acesso e, por isso, o quartel de Paraty também foi acionado para ajudar no trabalho de buscas no local do acidente.
Diego Miranda atuava no segmento esportivo.
Vídeos obtidos pelo meionorte.com mostram o momento da troca de tiros e o desespero de pessoas que estavam próximas da agência.
Após ser socorrido, o jovem foi transferido para o HUT em Teresina com queimaduras de 2° e 3° grau pelo corpo, segundo a reportagem.
O laudo do Instituto-Geral de Perícia apontou asfixia como a causa da morte de Beto Freitas