O cunhado confessou parcialmente o crime, pois contou que agrediu a vítima até desacordá-la e que ateou fogo no corpo dela
O caso aconteceu na comunidade Betel, na região da Serra da Valéria, na zona rural de Parintins (Amazonas).
Durante a audiência, o Ministério Público alegou que o tapa no presidente foi um ato inadmissível de uma violência deliberada.
O suspeito dos crimes foi detido e levado para a Central de Flagrantes.
A agressão ocasionou lesão corporal e a vítima foi encontrada com o rosto totalmente ensanguentado.
Vizinhos receberam o pedido de ajuda e puderam chamar a polícia.
A PM informou que o homem investiu contra a mulher com uma faca e chegou a atingi-la no pescoço.
Suspeito pelo assassinato do menino Henry Borel, teve sua prisão preventiva pedida. Ele é investigado ainda em outro inquérito em que teria agredido um menino.
De acordo com informações de populares, o acusado já vinha tendo desentendimentos com o filho.
O caso em Avelino Lopes ocorre na mesma semana em que um técnico de enfermagem foi assassinado por um paciente
Thayná Oliveira Ferreira disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A babá prestou novo depoimento, por mais de sete horas, nesta segunda-feira.
Caso Henry: entenda como Dr. Jairinho passou de testemunha a suspeito da morte do menino
A vítima era natural da cidade de Redenção do Gurgueia, no Sul do Piauí.
Segundo informações apuradas, o menor havia arrombado pelo menos 3 vezes o mesmo estabelecimento, quando foi surpreendido pelo dono do comércio no momento que cometia novamente o ato.
A PM recebeu uma denúncia de que um homem havia agredido fisicamente o próprio pai e a avó de 74 anos com chutes
A informação foi confirmada nesta quinta-feira (21) pelo delegado Fabrício Nascimento, que investigou o caso
A vítima teve o nariz e um dente quebrados e pode ter um pequeno traumatismo craniano — um exame foi realizado para determinar o problema —, além de outros machucados pelo rosto e pelo corpo como mostrou nas imagens que compartilhou nas redes sociais.
O agressor aparece bebendo uma cerveja e dá tapas, chutes, socos e humilha a vítima. Em certo momento da agressão, ele quebra a garrafa ‘long neck’ na cabeça da vítima
Três deles responderão por 'violência voluntária' e por 'mentir em documento público'
"Ele era esperto, brincalhão, amigo para toda a hora", diz André Gomes sobre João Alberto Silveira Freitas,
As imagens da agressão foram gravadas e circulam nas redes sociais
Dois homens brancos, incluindo um PM, foram presos por agredir e matar João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos. Em nota, Carrefour chamou ato de criminoso e anunciou o rompimento do contrato com empresa que 'responde pelos seguranças que cometeram a agressão'.
Os bandidos foram socorridos pelos próprios PMs e levados para um hospital na cidade de Caxias