O objetivo é frear a contaminação com a aplicação de pelo menos uma dose do imunizante
O Reino Unido garantiu, por meio de contratos, pelo menos 17 milhões de doses da vacina da Moderna.
A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado
País está com número de casos e de mortes por coronavírus em alta. Outros governos europeus também endureceram as medidas de isolamento para conter explosão da Covid-19 no continente.
País bateu recorde de novos registros diários de Covid-19. Somente na Inglaterra, 27 mil estão internados com a doença, maior número desde o início da pandemia.
Países estão usando as vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna, Sputnik V, Sinovac e Sinopharm.
Após 11 meses de negociações, o acordo comercial que determinará como será a relação entre os britânicos e o bloco foi fechado no último dia 24. Ele entrará em vigor a partir de 1º de janeiro.
Governador do Colorado disse que vírus é da mesma cepa que surgiu no Reino Unido. Homem que contraiu Covid está isolado em casa, disse a autoridade.
Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer.
Moradores de asilos para idosos e profissionais de saúde são os primeiros a receber a injeção.
Os pacientes prioritários são moradores de asilos de idosos e profissionais de saúde. Europa usa a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech para combater a epidemia.
Mauricette, de 78 anos, recebeu a dose em Sevran, na grande região de Paris. Idosos, profissionais de saúde e pessoas vulneráveis devem ser imunizados até o final de fevereiro de 2021.
Após dias de impasse sobre direitos da pesca, dois lados chegam a consenso
O monitoramento é feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido
Hancock disse que a nova variante, que não é, necessariamente, mais perigosa que as anteriores, precisa ser controlada
O Reino Unido identificou a variante do coronavírus, mas ele foi detectado em outros países
Houve uma alta de infecções em Sydney, mas não há nenhuma relação com a nova cepa
Primeiro-ministro britânico anunciou que os planos para aliviar as restrições de circulação durante o Natal estão cancelados.
Maior parte das medidas foi adotada na Europa, que enfrenta altas nas infecções há semanas.
A Agência Europeia de Medicamentos (AEM), com sede em Amsterdã, adiantou para 21 de dezembro uma reunião que discutirá a liberação da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech.
Vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar grupos prioritários e 12 meses para imunizar a "população em geral".
A informação foi entregue ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) em resposta a um pedido do ministro Ricardo Lewandowski