Jairinho foi preso, junto com a ex-namorada e mãe de Henry, Monique Medeiros, em 8 de abril
Desde as prisões realizadas no começo deste mês, o caso tem tido grande repercussão
Monique estava no salão de beleza quando recebeu videochamada de seu filho Henry
o acusado não atendeu a ordem de parada e evadiu-se do local, mas o veículo do homem foi interceptado em seguida depois de perseguição.
Novo depoimento de Thayná Ferreira deu mais detalhes da tarde de 12 de fevereiro, quando o menino apareceu mancando.
Thayná Oliveira Ferreira disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A babá prestou novo depoimento, por mais de sete horas, nesta segunda-feira.
A babá Thayná Oliveira Ferreira enviou a Monique o vídeo desse momento
"As lesões produzidas na vítima e o seu óbito ocorreram no interior do apartamento", diz laudo
A prova mais contundente até agora, segundo a polícia, foi encontrada durante a perícia no telefone de Monique
O vereador teria tentado constranger testemunhas e a defesa chegou a divulgar foto nua da ex
Monique Medeiros não esboçou nenhuma reação ao ver o laudo da criança, que saiu na noite do mesmo dia
Delegado Antenor Lopes afirmou que software foi fundamental para a prisão de Dr. Jairinho e Monique Medeiros
Segundo a polícia, garoto sofreu sessões de tortura semanas antes da morte da criança.
. Ainda segundo as investigações, a mãe de Henry, Monique Medeiros, sabia de agressões. Jairinho teria se trancado no quarto para bater no menino
Caso Henry: entenda como Dr. Jairinho passou de testemunha a suspeito da morte do menino
O casal é suspeito de atrapalhar as investigações, ameaçar e combinar versões de testemunhas
Belo é investigado por realizar um show em uma escola estadual no Parque União.
Segundo a investigação, as armas estão registradas no nome do artista, que tem posse de arma – ou seja, estão legalizadas.
O artista é investigado pela realização de um show no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, apesar das proibições devido à pandemia.
Vítimas de roubo em 'Boa Noite, Cinderela' relatam como quadrilha cometeu sequência de crimes em diversas cidades do Brasil.
Um corintiano de 29 anos foi baleado e morreu.
O veículo foi danificado por pedaços de objetos arremessados no final da ponte Eusébio Matoso