O policial fazia parte da quadrilha da influencer Roani Sampaio.
O casal tinha três filhos e o crime chocou a cidade.
Em entrevista, ele relatou que momentos antes do crime, a vítima estava se sentindo bem.
Corpos das vítimas foram encontrados embaixo do viaduto que atravessa a estrada de ferro Norte-Sul. A polícia investiga o caso.
Dentre os locais invadidos e com bens levados se relacionam residências, órgãos públicos municipais (colégios) e clinicas de saúde.
As dinâmicas do crime ainda são desconhecidas até o momento.
Além de ser taxista, ele trabalha como motorista de aplicativo e com o transporte escolar.
Em seu depoimento, o jornalista assumiu que escreveu o bilhete para a irmã.
Segundo a investigação, as armas estão registradas no nome do artista, que tem posse de arma – ou seja, estão legalizadas.
A Polícia Rodoviária Federal esteve no local realizando os primeiros procedimentos.
Suposto agressor afirmou que a vítima não estava respirando e dizia estar disposto a se entregar se a polícia conseguisse chegar até sua casa.
O caso foi registrado como tráfico de entorpecentes e cultivo de plantas, que constituem matéria-prima para preparação de drogas.
A versão contada pela mãe e pelo irmão é de que uma mulher, vendedora de roupas, identificada como Maria teria entrado na casa e matado a vítima.
O Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) esteve no local para investigar o crime.
Dois homens foram presos por suspeita de participação no crime. Segundo a Polícia Militar, a dupla invadiu a casa da idosa para praticar um assalto.
Investigação foi coordenada por equipes da Polícia Civil do Piauí e a do Ceará
Etiveram no local a prefeita de Piripiri, o DNIT, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Autor do crime chegou a ir ao velório da irmã e demonstrou frieza.
A suspeita da polícia é que eles tiveram algum desentendimento e o policial atirou contra a vítima.
Ainda não se tem informações oficiais sobre o suspeito, nem de como teria acontecido o assassinato.
João Paulo ainda chegou a conceder uma entrevista exclusiva para o repórter Kilson Dione.
A Polícia Civil ouviu também vizinhos que informaram que desde alguns dias antes do Réveillon não tinham contato com o menino, que sempre brincava na rua e era um garoto ativo.
Uma equipe do DHPP já está colhendo todas as informações e depoimentos sobre o caso.
Crime aconteceu na sexta-feira (12) em Imperatriz, cidade a 629 km de São Luís. De acordo com a polícia, a vítima foi amarrada no porta-malas do veículo e mantida em cárcere por dois casais de assaltantes.
Ainda não se sabe quantos disparos atingiram a vítima.