O casal tinha três filhos e o crime chocou a cidade.
“Ela queria que eu tocasse nela, ela sabia que Izadora já estava morta, acho que ela tentou me incriminar”, afirmou a mulher.
A versão contada pela mãe e pelo irmão é de que uma mulher, vendedora de roupas, identificada como Maria teria entrado na casa e matado a vítima.
Etiveram no local a prefeita de Piripiri, o DNIT, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Autor do crime chegou a ir ao velório da irmã e demonstrou frieza.
De acordo com testemunhas, a vítima estava em uma motocicleta quando foi fazer uma travessia e foi atropelada pelo caminhão.
Vítima conseguiu mandar localização ao namorado e foi encontrada pela PM.
Izadora foi morta com sete facadas no pescoço dentro da própria casa, em Pedro II
Irmãs que nasceram com o sexo biológico masculino são mais as jovens a fazer redesignação sexual no Brasil; cirurgia foi feita nesta semana, em Blumenau
A informação da polícia é que ela teria sido atacada por uma mulher, não identificada.
Ela teria sido atacada por uma vendedora de roupas após uma discussão.
Kasia, de 25 anos, foi encontrada morta na última terça-feira em um apartamento na capital Berlim.
A vítima, segundo a delegada, é de pele clara, com aparência de 36 à 40 anos, cabelo cacheado escuro e sem tatuagens.
A vítima foi encontrada morta com cerca de 10 perfurações dentro de uma residência abandonada em fevereiro de 2019.
A suspeita é de que o acidente tenha sido causado pela explosão de um botijão de gás.
O empresário confessou o crime e revelou ter desferido facadas na mulher ao tomar o objeto de sua mão durante uma briga.
Brasil segue como país que mais mata transexuais no mundo.
De acordo com o desembargador, não existem motivos para a manutenção da prisão do réu. Porém com a soltura concedida, o acusado deverá seguir algumas medidas cautelares.
Em meio ao susto, foi chamada uma ambulância que levou a idosa de volta para o Sanatorio de la Sagrada Familia da cidade de Resistencia, capital da província.
A hipótese inicial de que o fato dela ter muitos seguidores pudesse ter provocado ciúmes e motivado o crime,
Rogério dos Santos confessou que, além de executar Patrícia Sá Fortes, de 50 anos, com violência, colocou fogo no corpo da mulher com pneus
Deusa, como era conhecida, foi morta por quatro homens que estavam em duas motocicletas.
A filha presenciou o crime e, ao tentar socorrer a vítima, foi baleada.