Polícia Civil investiga o caso, porém, equipe de resgate apontou que vítima não aparentava marcas de agressão. Morte ocorreu em São Vicente, no litoral paulista.
Festas e aglomerações estão proibidas em todo o estado de SP durante pandemia de Covid-19 para evitar proliferação do vírus. Maioria das pessoas estava sem máscara na balada do Tatuapé.
A medida, assinada pelo secretário Carlos Edilson, entrou em vigor na quarta-feira (10) e vale por oito dias, visando minimizar riscos de contaminação com a Covid-19, diante do aumento de casos.
Na seleção do júri, candidatos deverão responder a 15 páginas de perguntas. Entre as questões, terão que responder se foram a alguma passeata a favor de George Floyd e quantas vezes viram o vídeo do policial com o joelho no pescoço da vítima.
O caso segue sendo investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa - DHPP, no intuito de identificar se o grupo praticava outros crimes, além de contrabando de cigarros.
Segundo informações do major Felipe, comandante do 4º BPM, R.E.S. é suspeito de praticar cinco mortes, entre homicídios e latrocínios, em 60 dias.
O corpo estava boiando as margens do rio e já em decomposição quando foi localizado por populares que acionaram a polícia.
Acidente aconteceu por volta das 18h20 dessa quarta-feira (24) no Km 560,6 da rodovia estadual, próximo do povoado Altos, em Caxias.
Segundo os policiais, a vítima já tinha sofrido uma tentativa de homicídio há cerca de 2 meses
Um total de 1.083 veículos foram fiscalizados pelos policiais nos seis dias de operação e 1.347 pessoas foram fiscalizadas. Foram lavrados 1.412 autos de infrações por diversas infrações.
A versão contada pela mãe e pelo irmão é de que uma mulher, vendedora de roupas, identificada como Maria teria entrado na casa e matado a vítima.
A informação da polícia é que ela teria sido atacada por uma mulher, não identificada.
Ela teria sido atacada por uma vendedora de roupas após uma discussão.
A vítima foi encontrada morta com cerca de 10 perfurações dentro de uma residência abandonada em fevereiro de 2019.
Artista foi morto a tiros à queima roupa, em uma abordagem pela verificação de seus documentos de identidade. Vídeo da ação policial viralizou rapidamente na internet.
“Um ano de churrasco grátis pra quem matar o João Doria Jr”, dizia o anúncio.