O Policial Civil Antônio Alves Dourado assassinou no último domingo (14), quatro colegas de trabalho na Delegacia Regional de Camocim, no Ceará.
Após cometer o delito, ele escapou da delegacia e registrou um vídeo em seu celular, onde se mostra suando e emocionalmente perturbado.
O atirador, que estava armado com um fuzil, se entregou e foi detido. A motivação do crime ainda é desconhecida.
Gabriel de Sousa Ferreira trabalhava há mais de 10 anos como inspetor da Polícia Civil do Ceará e residia em Tianguá.
Os réus Elissandro Callegaro Spohr, Mauro Londero Hoffmann, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão estão soltos.
A motivação do crime ainda é desconhecida e os bombeiros foram acionados para prestar atendimento às vítimas.
Após a apresentação exclusiva, o relatório será disponibilizado no site do Cenipa e no Painel SIPAER, com o objetivo de fornecer acesso amplo e transparente
O inspetor Dourado foi transferido para Sobral, onde segue preso aguardando a audiência de custódia.
Antônio Alves Dourado planejava ainda explodir delegacia e asfixiar agentes. Ele se entregou após cometer a chacina em Camocim-Ceará
Dourado justifica o crime por ter sido trasferido para Delegacia de Jijoca e não ter tido apoio para seu trabalho na Delegacia de Camocim.
O autor da chacina, identificado como Dourado, fugiu em uma viatura mas abandonou o veículo e se entregou no quartel da Polícia Militar
Dourado, que estava de folga, fugiu em um carro da polícia, mas abandonou o veículo e se entregou no quartel da Polícia Militar da cidade.
Além da acusação de homicídio qualificado, pesam contra o indivíduo a acusação de porte e posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.
Quinto homicídio em 15 dias ocorre na fazenda localizada na zona rural do município localizado ao sul do estado, a 587 km de Teresina.
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O nome dele ganhou repercussão durante o dia de ontem após ele afirmar que sabe quem é o mandante da morte da vereadora Marielle Franco.
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