A menina e o menino, que também teriam sido vítimas de violência praticada por Dr. Jairinho, têm 13 e 8 anos de idade, respectivamente
Antes, ele estava em uma das 5 galerias de Bangu 8 - local onde estão presos que possuem diploma de curso superior.
Lei visa amplificar a prevenção e combate da violência contra a mulher no município; a lei faz alusão ao caso da advogada assassinada.
Caso no Rio de Janeiro chocou todo o Brasil. Ketelen Vitória Oliveira da Rocha foi morta aos seis anos de idade
"Vai morrer abraçada a Jairinho?": como advogado mudou defesa da mãe de Henry
Para a defesa, a prisão temporária de Jairinho possibilitou a Monique sentir maior segurança para que falasse a verdade.
Ela está presa temporariamente, por suspeita de ter participação na morte do filho
A troca de mensagens entre as duas, que são primas, foi recuperada no celular da professora pela Polícia Civil.
Novo depoimento de Thayná Ferreira deu mais detalhes da tarde de 12 de fevereiro, quando o menino apareceu mancando.
Thayná Oliveira Ferreira disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A babá prestou novo depoimento, por mais de sete horas, nesta segunda-feira.
Monique Almeida está isolada e tomando remédios controlados. O casal está isolado por 14 dias por causa da Covid
Monique Medeiros não esboçou nenhuma reação ao ver o laudo da criança, que saiu na noite do mesmo dia
Mesmo após quarentena na prisão, mãe de Henry permanecerá isolada das outras detentas; veja a cela onde Monique está
. Ainda segundo as investigações, a mãe de Henry, Monique Medeiros, sabia de agressões. Jairinho teria se trancado no quarto para bater no menino
Caso Henry: entenda como Dr. Jairinho passou de testemunha a suspeito da morte do menino
O casal é suspeito de atrapalhar as investigações, ameaçar e combinar versões de testemunhas
Maria Nerci ainda deve responder pelos crimes de coação no curso no processo e fraude processual. Ela teria tentado intimidar testemunhas e alterado a cena do crime.
“Ela queria que eu tocasse nela, ela sabia que Izadora já estava morta, acho que ela tentou me incriminar”, afirmou a mulher.
A versão contada pela mãe e pelo irmão é de que uma mulher, vendedora de roupas, identificada como Maria teria entrado na casa e matado a vítima.
A sacola seria para o filho da acusada, um detento identificado como José Carlos Souza do Nascimento.
Vizinhos ainda tentaram tirar crianças do local, mas casa estava trancada com cadeado. Bombeiros foram acionados, mas ao chegar no local imóvel já tinha sido totalmente consumido pelas chamas. Mãe foi levada para Defla e pode responder por abandono de incapaz.
Na ocasião em que ela foi capturada, outras 11 mulheres também foram detidas