João Munhoz Neto, de 34 anos, está preso desde o 22 de setembro, por suspeita de violência psicológica contra a namorada e indução ao suicídio.
Diarista que trabalhava no apartamento do casal prestou depoimento e negou ter feito qualquer limpeza no imóvel após a morte da jovem
Polícia aponta comportamento controlador e diz que João Munhoz não colaborou com a investigação
Passa a ser hediondo o crime de indução ou auxílio ao suicídio ou automutilação usando a internet, redes sociais ou transmissão em tempo real.