Previsão inicial de divulgar eficácia do imunizante no dia 15 de dezembro foi adiada para esta quarta-feira (23) e então anúncio foi postergado novamente. Segundo diretor do Butantan, CoronaVac atingiu eficácia superior ao mínimo recomendado pela OMS.
Reuven Rivlin, de 81 anos, foi um dos imunizados. Expectativa é vacinar 60 mil pessoas por dia, com 2 milhões imunizadas até o fim de janeiro.
"Estamos preparando nossa rede de saúde para que ela possa atender os cariocas com a maior brevidade possível e sem riscos”, escreveu o prefeito eleito.
O imunizante, o segundo aprovado no país, poderá ser aplicado em maiores de 18 anos
Inicialmente, a MP foi editada pelo Executivo para garantir a participação do Brasil na Covax Facility
A CoronaVac está na terceira fase de testes e sua eficácia precisa ser comprovada antes da liberação pela Anvisa.
A decisão foi dada em uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Para o ministro, a vacinação obrigatória não significa a vacinação "forçada" da população.
A Agência Europeia de Medicamentos (AEM), com sede em Amsterdã, adiantou para 21 de dezembro uma reunião que discutirá a liberação da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech.
Centros de apoio e promotorias do Ministério Público apontam indícios de alarde por perigo inexistente e propagação de notícias falsas, irregularidade prevista em lei estadual cearense.
"Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu", disse o presidente.
Dias destaca ainda a necessidade de estabelecer acordo com a Pfizer.
Testes de eficácia atingiraram patamar ideal, segundo governo de São Paulo
Previsão inicial era de que documentos fossem entregues à Agência até dia 15 de dezembro. Dados sobre eficácia da vacina e demais informações a respeito dos testes feitos no Brasil devem ser enviado no dia 23.
O governador ainda prevê uma produção mensal de 45 milhões de doses no país pelo Butantan e Fiocruz, além dos acordos internacionais
O governador do Piauí, na posição de presidente do Consórcio Nordeste, pedirá à Anvisa que autorize o uso da vacina no Brasil.
Conselho aponta omissão do governo Jair Bolsonaro em razão da demora em fornecer um plano definitivo nacional de imunização.
Ministro da Saúde se reuniu com governadores nesta terça-feira (8)
O líder estadual participou de reunião com o ministro Pazuello, onde ficou acertada a aquisição de vacinas dos mais diferentes laboratórios
Vice-presidente não mencionou a vacina de qual fabricante será utilizada e nem detalhou o plano de imunização