Na delegacia, antes de ser encaminhado para a penitenciária, Joel declarou que tudo não passou de uma discussão de casal.
Segundo o inquérito da polícia, ele ainda teria dito que cometeu o crime para entender “como um estuprador tem coragem de estuprar uma criança, se ‘não passa’”.
Homem, que mora em Açailândia, cidade no interior do Maranhão, publicava os vídeos dos abusos em sites na darkweb. Investigação contou com o apoio da Polícia da Austrália.
O homem, de 32 anos, disse que a adolescente era filha de uma namorada, porém negou que tivesse molestado ela.
A mãe da vítima filmou o momento em que flagrou o crime e encaminhou às imagens à Polícia.
As punições revelam uma medida que integra parte de um amplo pacote de suspensões e multas
De acordo com o Delegado, o pai de santo alegava que as mulheres só conseguiriam a cura, ou resolução dos problemas, mediante a realização do ato sexual.
De acordo com a delegada Graciela Chagas, a mulher oferecia dinheiro para que a filha mantivesse relações sexuais com o homem.
A denúncia foi realizada após uma das meninas apresentar comportamento estranho na escola, levantando suspeitas.
A informação da polícia é que o cárcere e a violência já duravam 17 anos. Os dois jovens, de 19 e 22 anos, tinham aparência de criança por causa da desnutrição
A jovem foi atacada a facadas, dentro do apartamento onde morava, depois de ser torturada e sofrer violência sexual
O homem foi preso sob a acusação de estupro de vulnerável contra as duas filhas e não esboçou reação ao ser preso
Cintia Renata Lira da Silva relatou nas redes sociais que por décadas manteve o abuso que sofreu em segredo.
A vítima disse em depoimento que foi abusada pelo pai pelo menos 15 vezes durante o ano de 2022.
Segundo as investigações, o acusado, A. G. da S., abordou a menor quando a levava para um sítio no interior do município
O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e realizar os procedimentos cabíveis.
Em setembro do ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou a absolvição do réu
Hoje a vítima está com 18 anos. O preso ficará a disposição do poder judiciário.
Barbosa morava próximo ao Córrego da Coruja, onde os corpos foram encontrados cobertos por folhas. O autor trabalhava com o irmão como carroceiro e catador de material reciclável.
A mãe da menina levou a criança ferida ao destacamento da corporação e os agentes foram ao endereço da família em busca do suspeito, o próprio pai da criança
A mãe da vítima informou aos policiais que seu irmão, de 30 anos, chamou sua filha e passou a mão nas partes íntimas dela, fato relatado pela criança e o seu irmão de anos.
O funcionário negou as acusações. Em sua casa foram apreendidos carimbos médicos, seringas e receituários
A mãe da criança encontrou vídeos no aparelho celular do preso que mostravam os abusos e denunciou o caso.
O segurança pode responder pelos crimes de estupro de vulnerável, tortura contra criança, tentativa de homicídio, ato obsceno, ameaça e satisfação de lascívia na presença de criança.
As denúncias já haviam sido feitas há alguns anos, quando ela ainda não estava na delegacia, e nunca conseguiram ser comprovadas