O líder estadual reiterou que os governadores do país estão prontos para colaborar com a vacinação da população.
O Ministério da Saúde já havia apresentado uma versão do material na semana passada.
Vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar grupos prioritários e 12 meses para imunizar a "população em geral".
A informação foi entregue ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) em resposta a um pedido do ministro Ricardo Lewandowski
Dias destaca ainda a necessidade de estabelecer acordo com a Pfizer.
Levantamento foi feito pela Universidade do Texas em Austin com mulheres do Estado de Pernambuco
Para Dias, as vacinas devem chegar a todos e precisam ser seguras.
O governador ainda prevê uma produção mensal de 45 milhões de doses no país pelo Butantan e Fiocruz, além dos acordos internacionais
Documento entregue ao STF cita Coronavac e fala em 108 milhões de doses para população prioritária.
Paciente é uma médica de 37 anos moradora do Rio Grande do Norte que trabalha também na Paraíba. Ela foi infectada por duas linhagens diferentes do vírus – a primeira em junho e a segunda, em outubro.
O líder estadual participou de reunião com o ministro Pazuello, onde ficou acertada a aquisição de vacinas dos mais diferentes laboratórios
Vice-presidente não mencionou a vacina de qual fabricante será utilizada e nem detalhou o plano de imunização
A vacina é desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido
Texto vai ao Senado e tem de ser aprovado até esta quinta para não perder validade.
O acordo para essa vacina, fechado por R$ 1,9 bilhão, prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre
Plano de vacinação brasileiro não prevê uso de imunizantes que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento, como é o caso do da Pfizer.
Para perder os quilos ganhos durante a quarentena, muita gente voltou a se exercitar
Entre as principais orientações a serem observadas pelos eleitores está o uso obrigatório de máscara, que deve ser utilizada desde o momento em que o eleitor sair de casa até o seu retorno após votar.
Além de quantidade insuficiente, grupos não contemplados nas pesquisas de imunizantes para Covid-19 devem ficar de fora, como gestantes e crianças.
Os dados foram publicados por um funcionário do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em um site de compartilhamento de códigos de programação