A Polícia Militar foi acionada pelos médicos da UPA, que desconfiarem dos ferimentos nas partes íntimas da criança.
Um médico plantonista da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Leblon viu as lesões do bebê e acionou socorro.
Irmã da vítima denunciou que o namorado de sua mãe estaria cometendo o crime contra a sua irmã menor de idade.
Foi descoberto pelas autoridades que a mãe da vítima havia trabalhado no exterior como empregada doméstica no último ano e, desde então, o suspeito teria continuado a estuprar a vítima.
A jovem conseguiu gritar por socorro e a polícia foi acionada. Porém, o suspeito já havia fugido.
Ela revelou que não fez a denúncia por medo do traficante, mas uma denúncia anônima de estupro de vulnerável levou os policiais a casa da vítima.
A mãe delas é suspeita de agenciar os abusos para o traficante. Ele também foi preso, com o pai das meninas.
Os policiais recambiaram o condenado ao Sistema Prisional do Distrito Federal, onde se dará o cumprimento da pena.
As investigações que resultaram com a prisão do suspeito identificaram, através de perícia médica, lesões no órgão genital da vítima
Pai abusava da filha desde quando ela tinha sete anos
O homem foi encontrado pela polícia ainda despido na cama, e a menina estava em uma rede.
Segundo as investigações, os abusos começaram quando a menina tinha 9 anos e aos 13 anos, ela engravidou do suspeito. Exame de sangue confirmou a paternidade.
De acordo com informações da Polícia Civil, o homem é acusado de ter estuprado a própria filha, que é menor.
A mãe da jovem, hoje com 17 anos, procurou a polícia para denunciar o caso.
Investigações apontam que menina, de 11 anos, começou a ser abusada após ir morar com o pai, por causa da morte da mãe. Prisão foi feita na sexta-feira (19), em Castro.
Homem foi preso preventivamente pelos policiais da Delegacia da cidade de Oeiras.
Segundo a Polícia Civil, a vítima relatou que sofria os abusos desde os 10 anos de idade
Suspeito tentou negar abuso, fugiu e não foi encontrado
O réu foi julgado pelo juiz Comarca de Cocal e recebeu uma pena de 11 anos e oito meses de prisão.
O crime aconteceu em 12 de junho de 2016 na zona rural de Geminiano.
A polícia cumpriu com o mandado na manhã de hoje, na casa do acusado.
De acordo com as informações, os crimes ocorreram no estado de São Paulo.