O médico oncologista Nelson Luiz Sperle Teich foi escolhido por Jair Bolsonaro como o novo ministro da Saúde, substituindo Luís Henrique Mandetta.
"Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo'', disse Mandetta
Na guerra contra o novo coronavírus, pesquisadores do ICMC afirmam que dados de dispositivos móveis podem ser utilizados sem ferir a privacidade da população
O Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) registrou a morte de, ao menos, 16 trabalhadores do setor pela covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.
Felipe acredita que Cavani reforçaria ainda mais o time tricolor
Trinta e oito funcionários foram afastados; um deles faleceu em decorrência do coronavírus
Mesmo com conteúdos escritos, nem todos os surdos apresentam um bom domínio na leitura da Língua Portuguesa
Há duas semanas, Dr. Lima havia vacinado no Hospital Universitário contra a Inuenza/H1N1
Primeiro-ministro britânico agradeceu ao serviço público de saúde e disse que os profissionais salvaram sua vida.
Humorístico foi produzido de forma remota
Para Carlos Zarlenga, única saída, diz, é BNDES liberar linhas de curto prazo
As três e vários outros profissionais do hospital já haviam pedido à direção do centro médico que providenciasse equipamentos protetores
Apesar das restrições de mobilidade social, os trabalhadores da saúde que trabalham em outras cidades podem se deslocar
Momento é ideal para evitar pinturas e chapinhas e criar uma rotina de tratamento, dizem cabeleireiros
O governo havia prometido divulgar nesta segunda-feira (6) o calendário de pagamentos, o que não ocorreu. Auxílio foi aprovado há uma semana no Congresso e já foi sancionado pelo presidente Bolsonaro.
Dara Kass é médica, ativista política e mãe de três filhos
Rafaela da Silva de Jesus é a paciente mais jovem a morrer com coronavírus no estado, que já tem oito óbitos.
A vacina evita mortes infantis por várias causas e reduz drasticamente a incidência de infecções respiratórias.
Além de pneumonia e falta de ar
Quando escolheu essa especialidade, assinou um contrato tácito de aceitar situações extremas. Mas a covid-19 ampliou essa condição. Hoje, Camila trabalha de fralda porque ir ao banheiro inutiliza o equipamento de proteção individual.