O presidente do país, Marcelo Rebelo de Souza, decretou um lockdown severo. Menos de três meses depois, os resultados são incontestáveis
Especialistas apontam que reação errática do governo à pandemia e inexperiência de parte das equipes em unidades de terapia intensiva contribuem para o cenário
A tese que liga lockdown a aumento de doenças mentais é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que usa essa e outras justificativas econômicas para resistir à necessidade de firmar decretos que fechem o comércio e reduzam a circulação de pessoas pelas ruas.
Vice-presidente deu a declaração um dia depois de o Brasil passar da marca de 300 mil óbitos, com média móvel acima de 2 mil mortos por dia.
Associação Médica Brasileira passou a recomendar que remédios como a hidroxicloroquina e a ivermectina sejam 'banidos' do tratamento da Covid-19, por terem ineficácia comprovada contra a doença. Presidente avaliou que pacientes podem buscar segunda opinião se receberem receita dos medicamentos.
O senador diz que, apesar dos gritos dos governadores, é Bolsonaro quem vai se beneficiar eleitoralmente da vacinação.
Luisa Sonza usou o Twitter para contar histórias de sua cadelinha, Gisele.
Agro: confira as 100 maiores empresas do Brasil em 2020
Novo boletim da Fiocruz aponta somente dois estados em níveis de ocupação de UTI Covid abaixo de 80%, enquanto população enfrenta dúvidas sobre impactos da pandemia de 2021
Síndrome é ligada a sintomas de esgotamento associadas ao trabalho
A melodia se mistura ao choro daqueles que mais amavam Selma Maria Borges de Oliveira, que morreu de Covid-19 aos 46 anos.