Jairinho foi preso, junto com a ex-namorada e mãe de Henry, Monique Medeiros, em 8 de abril
O vídeo foi exibido pelo Jornal Nacional. Outra imagem mostra Monique Medeiros vai ao salão dois dias após o enterro do filho, em 12 de março.
Monique estava no salão de beleza quando recebeu videochamada de seu filho Henry
o acusado não atendeu a ordem de parada e evadiu-se do local, mas o veículo do homem foi interceptado em seguida depois de perseguição.
O empresário relatou que recebeu uma bebida adulterada ao chegar no apartamento e acabou dormindo por quase 24 horas seguidas
O advogado André França Barreto chegou a ser acusado de coagir testemunhas e obstruir a Justiça
Novo depoimento de Thayná Ferreira deu mais detalhes da tarde de 12 de fevereiro, quando o menino apareceu mancando.
Thayná Oliveira Ferreira disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A babá prestou novo depoimento, por mais de sete horas, nesta segunda-feira.
O vídeo mostra o momento em que a mulher chama o autônomo de macaco fedorento, diz que ele não presta.
Pais não viram o momento em que menino caiu da janela do quarto. A princípio, a tela de proteção não suportou peso do garoto
O vereador teria tentado constranger testemunhas e a defesa chegou a divulgar foto nua da ex
Ele e a mãe da criança saíram do DP e foram caminhando até as duas viaturas da Polícia Civil, escoltados e em silêncio
Vítima não aceita o relacionamento do acusado com sua sobrinha. Crime ocorreu na cidade de de Davinópolis, no Maranhão, no dia 14 de março de 2013.
Segundo a polícia, garoto sofreu sessões de tortura semanas antes da morte da criança.
. Ainda segundo as investigações, a mãe de Henry, Monique Medeiros, sabia de agressões. Jairinho teria se trancado no quarto para bater no menino
Caso Henry: entenda como Dr. Jairinho passou de testemunha a suspeito da morte do menino
O casal é suspeito de atrapalhar as investigações, ameaçar e combinar versões de testemunhas
Em junho de 2019, relatos davam conta de que moradores do condomínio onde os três viviam ouviam xingamentos e barulhos de objetos sendo quebrados
Ministério Público Rio de Janeiro (MPRJ) informou que vai acompanhar a simulação por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial.
A companhia inclusive prevê quitar algumas antecipadamente, disseram executivos do grupo nesta quinta-feira.
Participação de peritos do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), bem como policiais da 16ª DP.