Reino Unido é um dos países mais afetados pela epidemia, com mais de 120 mil mortos pelo vírus.
A Johnson ainda não entrou com o pedido de uso emergencial ou pedido de registro sanitário junto à Anvisa.
País bateu recorde de novos registros diários de Covid-19. Somente na Inglaterra, 27 mil estão internados com a doença, maior número desde o início da pandemia.
Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer.
A Agência Europeia de Medicamentos (AEM), com sede em Amsterdã, adiantou para 21 de dezembro uma reunião que discutirá a liberação da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech.
A análise foi feita com 22.714 participantes
Plano de vacinação brasileiro não prevê uso de imunizantes que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento, como é o caso do da Pfizer.
Eficácia maior foi vista com dose menor; análise foi feita depois de 131 casos da doença entre os voluntários. Não houve nenhum caso grave da doença entre os que tomaram a vacina.
Cerca de 43 mil pessoas fazem parte dos estudos da vacina de duas empresas
Se autorizada, o número de doses da vacina será inicialmente limitado.
O governador anunciou que a vacinação de profissionais de saúde deve ter início em 15 de dezembro.
Resultado de estudo preliminar sobre as fases 1 e 2 dos testes indica que a solução apresentou forte resposta imunológica ao vírus
Pesquisa foi aceita para publicação e está em fase 3 de testes no Brasil.
O governo decidiu apostar no estudo elaborado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.
Segundo a companhia, os testes serão feitos nos Estados Unidos e na Bélgica.
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